Das 62 Prefeituras do Estado, 52 não punem irregularidades internas, aponta MPC

Na manhã desta quarta-feira (18), na sede do Ministério Público de Contas do Amazonas (MPC-AM), a subprocuradora-geral de Contas Evelyn Freire de Carvalho, apresentou conclusão do 1º Ranking de Controle Interno envolvendo o Governo do Estado, prefeituras e câmaras de vereadores do Amazonas, para diagnosticar o grau de eficiência no combate às irregularidades e ilegalidades na atuação dos gestores desses órgãos públicos.

Na pesquisa do MPC-AM, disponibilizada para resposta deste o dia 2 de outubro deste ano, os órgãos envolvidos foram classificados em quatro níveis: crítico, deficiente, mediano e elevado. Das 62 prefeituras amazonenses, 52 estão apontadas como ‘críticas’ em seu controle interno. Fato não diferente às câmaras de vereadores, onde 61 estão diagnosticadas nesse patamar.

Segundo Evelyn de Carvalho, que responde pela Coordenadoria de Transparência, Acesso à Informação e Controle Interno, os órgãos públicos envolvidos tem até o dia 7 do próximo mês para se manifestarem sobre o tema e procederem os ajustes necessários.

“O controle interno serve para auxiliar o gestor na execução de sua administração, evitando que problemas ocorram. Essa pesquisa é um Raio-X na administração pública, que permite ao MPC-AM saber se os gestores estão contribuindo para que suas ações sejam conduzidas de forma legal, econômica, eficaz e efetiva”, enfatizou a subprocuradora-geral de Contas.


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