Crime mais rumoroso dos últimos tempos em Manaus foi cometido pelo homem que deveria proteger a vítima, sob efeito de pó

O assassinato da servidora do Tribunal Regional do Trabalho (TRT-AM), Silvaneide Ferreira Veiga, de 58 anos, foi cometido pelo vigilante Caio Claudino de Souza, de 25 anos, que confessou o crime hoje. Ele que foi convocado para reforçar a segurança do prédio Gran Vista, onde ocorria uma festa, foi trabalhar sob efeito de cocaína e encontrou a vítima no corredor do 14º andar, vendo ali uma oportunidade para roubá-la. Para entrar no apartamento, alegou que precisava verificar o quadro de luz, porque havia um problema nele.

As câmeras de segurança do condomínio da Ponta Negra mostraram o vigilante andando pelo prédio com sinais de comportamento alterado.

Quando conseguiu entrar no apartamento, ele anunciou o assalto, mas Silvaneide reagiu. Os dois brigaram e ele conseguiu imobilizá-la. Aí tomou o celular e mandou que transferisse dinheiro para a conta dele via PIX. Como ela se recusou, puxou uma faca e a feriu 12 vezes. Em seguida voltou à portaria, cumpriu o expediente e foi para casa.

O telefone de Silvaneide continua desaparecido. A Polícia suspeita que alguém o interceptou, mas Claudino não declinou quem foi.

As suspeitas sobre familiares de Silvaneide estão descartadas.

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