Muito além do espetáculo que encantou milhares de pessoas na arena, o 59º Festival Folclórico de Parintins também transformou a moda amazônica em protagonista. Entre os destaques esteve o trabalho da designer Rita Prossi, referência nacional em biojoias, cujas criações marcaram presença nos looks de artistas, jornalistas, influenciadores e personalidades que participaram da maior manifestação cultural da Amazônia.
Reconhecida por desenvolver peças que unem design contemporâneo, matérias-primas da floresta e identidade regional, Rita assinou acessórios utilizados por diferentes personalidades durante os dias do festival. Um dos principais destaques foi a cantora, compositora e atriz amazonense Cella, que escolheu pulseiras, colares e outros acessórios da artista para compor seus looks em Parintins. A cantora também selecionou peças da designer para um ensaio exclusivo que será publicado pela revista Caras.
“Recebi as fotos da produção da Cella e fiquei muito feliz com o resultado. São imagens lindas, que mostram como as biojoias amazônicas dialogam com a moda contemporânea e podem ocupar espaços de grande visibilidade”, destaca Rita.
As criações da designer também foram escolhidas pelo jornalista da revista Forbes, Felipe Ruffino; pelos empresários Jefferson e Gigi Cunha, da revista Em Visão; e pela influenciadora digital, guia de turismo e ativista ambiental Márcia Rebeca, que incorporou peças da artista às produções usadas durante o festival. Entre as encomendas exclusivas desenvolvidas para a ocasião está um colar criado especialmente para a socialite amazonense Regina Furtado.
Para Rita, a presença de suas criações em produções de artistas e personalidades reforça o reconhecimento do design amazônico como expressão de identidade, sofisticação e prestígio.
“Cada peça carrega uma história da Amazônia. Ver artistas e pessoas que são referência usando esse trabalho durante o Festival de Parintins mostra que nossas biojoias ultrapassam a função de acessório. Elas comunicam pertencimento, valorizam os saberes da floresta e levam a identidade amazônica a públicos de alto poder aquisitivo. Isso agrega valor não apenas às peças, mas também à nossa cultura e ao design produzido aqui”, afirma.
Há mais de quatro décadas pesquisando e desenvolvendo biojoias, Rita Prossi é considerada uma das pioneiras do segmento no Brasil. Seu trabalho combina sementes, fibras naturais, madeiras e metais nobres em peças autorais que dialogam com a biodiversidade amazônica e já circularam por exposições, eventos e passarelas nacionais e internacionais.
Em Parintins, onde tradição e criatividade se encontram, as criações da artista voltaram a mostrar que a moda também pode ser uma extensão da cultura amazônica, transformando elementos da floresta em joias capazes de contar histórias e representar a região dentro e fora do festival.
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