Uma reunião ocorrida no final de semana chamou atenção no meio político. Personagens muito conhecidos e empresários igualmente badalados se encontraram em postura prá lá de suspeita em um “bunker”. Todos passaram por uma espécie de revista na porta e não podiam entrar com celulares nem qualquer tipo de aparelho eletrônico. na saída, o comentário era de que houve uma convocação para montar o esquema do dia da eleição, muito parecido com o que ocorreu em 2014, gerando nada menos que 26 denúncias ao Tribunal Regional Eleitoral, todas transformadas em processo, em fase de julgamento.
Na reunião teriam sido distribuídas tarefas, que incluem a arrecadação de um volume considerável de dinheiro de caixa dois, com o intuito de comprar votos em favor de uma determinada candidatura. Também foi determinada a contratação de institutos de pesquisa que respaldariam a ação, indicando números relacionados com a indução ilegal de voto em determinadas zonas da cidade.
A distribuição do recurso estaria a cargo da mesma equipe que atuou em 2014, indo de casa em casa na periferia da cidade, nos bairros mais populosos.
Bem que a Polícia Federal e o TRE poderiam monitorar certas figuras carimbadas nesta reta final de campanha, bem como as instituições bancárias e os vôos que chegam principalmente de São Paulo, os jatinhos executivos e a ação de conhecidos agiotas. Vão apelar para tudo, já que no voto é difícil esta turma vencer.

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