O pré-candidato ao Senado Wilson Lima (União) defendeu, nesta segunda-feira (10/08), o endurecimento das leis contra criminosos, a redução da maioridade penal e a castração química para estupradores de crianças durante encontros com mais de quatro mil evangélicos em Manaus. As propostas foram apresentadas em reuniões com pastores e dirigentes da Igreja Evangélica Assembleia de Deus no Amazonas (IEADAM) e com lideranças do Ministério Internacional da Multiplicação (MIM), que manifestaram apoio à sua pré-candidatura.
Presidente da Assembleia de Deus no Amazonas, o pastor Jonatas Câmara manifestou apoio à pré-candidatura de Wilson Lima ao Senado. “Uma das vagas que queremos lá em Brasília se chama Wilson Lima. Oração significa ação. É uma palavra composta que diz hora e ação. Conte conosco e que Deus lhe abençoe”, afirmou.
Wilson Lima reforçou que pretende representar os interesses da população cristã no Congresso Nacional e trabalhar pela aprovação de medidas mais rigorosas contra autores de crimes graves.
“Eu quero ser senador para endurecer a legislação, para aprovar a redução da maioridade penal e a castração química para quem estupra crianças. É inadmissível que esse crime continue acontecendo e as penas sejam muito frouxas. Quero ser senador para defender o interesse do povo cristão no Senado. Quero ser senador do povo do Amazonas”, declarou.
Além de Jonatas Câmara, participaram do encontro os pastores Moisés Melo e Elionay Reis, vice-presidentes da IEADAM; o deputado federal Silas Câmara; além de pastores e dirigentes da igreja em Manaus.
Diálogo com lideranças
Na reunião com aproximadamente 250 lideranças do Ministério Internacional da Multiplicação, conduzida pelo apóstolo e pastor Ribamar, Wilson Lima reafirmou o compromisso de manter o diálogo com as igrejas e de defender, no Senado, propostas voltadas à proteção das famílias e ao fortalecimento da segurança pública.
Wilson também relembrou a parceria construída com o segmento religioso durante sua gestão, incluindo o reconhecimento das igrejas e dos templos como atividades essenciais durante a pandemia, o apoio a ações sociais desenvolvidas por instituições religiosas e a sanção da lei que reconheceu a música cristã e os eventos relacionados como manifestações culturais do Amazonas.
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