Nada como um dia atrás do outro. Ora vejam!
Resta mais uma vez provada a hipocrisia absoluta e a eloquente memória seletiva na extrema esquerda.
Artistas e intelectuais que mamam nas tetas do governo, políticos decadentes e estridentes, a mídia podre e parte da imprensa tradicional vendida, muitos que ainda estão vivos e que foram anistiados e indenizados por conta de uma revisão histórica sobre o regime militar de 1964, todos e todas, agora urram contra a anistia aos brasileiros que participaram dos atos de protesto do dia 08 de janeiro de 2.023.
Muitos dos que gritam hoje “sem perdão e sem anistia”, foram os mesmos que bradaram nos anos de 1980 em praça pública, montaram manifestos e fizeram propaganda nos meios de comunicação, por uma anistia ampla, geral e irrestrita e ganharam no grito.
Ocorre, que os anistiados de ontem, pegaram em armas, mataram, explodiram bombas, sequestraram, assaltaram bancos, torturaram e depredaram bens e patrimônio público ou fugiram do país.
Hoje, muitos deles ainda vivos, retornaram ao Brasil, alguns foram eleitos, outros assumiram cargos públicos e até presidiram o país como os ex presidentes FHC e Dilma e até o ex presidiário e condenado Lula.
Então, qual a diferença entre os baderneiros de hoje e os terroristas de ontem?
Porque é o STF de hoje quem julga os depredadores mas não foi o mesmo supremo que julgou ou terroristas de ontem?
A Constituição Federal é diferente de ontem e de hoje?
Ora, a única e plausível explicação para tamanho disparate entre uma situação e outra, é a total ausência de critério jurídico/político e a persistente memória seletiva por parte de quem deveria prezar pela norma e pelo respeito ao cumprimento da lei.
Isto posto, por dever de justiça e por fidelidade à Carta Magna brasileira, a mais sensata saída e a mais rigorosa isonomia de tratamento, é aplicar aos bagunceiros do dia 08 de janeiro, uma anistia geral e total.
Nada de revisão de penas; nada de redução de tempo de cadeia; nada de reconhecimento de culpa ou negociação com os algozes. Não!
O que se exige, para todos os injustificadamente já condenados e encarcerados, que seja aplicada a anistia e que caiba apenas ao Congresso Nacional a prerrogativa de decidir pelo tema.
Só assim, será feita a justiça, respeitada a independência entre os poderes e aplicada a devida isonomia para que o pais retome o caminho da pacificação.
Té logo!
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