O Amazonas registrou nas últimas horas 110 novos casos do novo coronavírus (Covid-19), com mais oito óbitos. Agora já são 2.270 pessoas que testaram positivo para a doença desde março. Delas, 193 morreram, 726 conseguiram sair do período de transmissão, 1.170 estão em isolamento domiciliar e 181 nos hospitais, 97 deles em estado grave nas unidades de terapia intensiva. Outros 290 aguardam o resultado dos exames, porque apresentaram sintomas.
Há outros 698 pacientes internados com sintomas, mas que ainda não testaram positivo para a doença. Deles, 165 estão nas UTIs. Também estão sendo investigados outros 43 óbitos, para saber se ocorreram por causa da Covid-19. Por tudo isso, as autoridades não enxergam ainda que o Amazonas chegou ao pico da curva e provavelmente as medidas de distanciamento social serão prorrogadas para além do dia 30 de abril.
A taxa de letalidade por Covid-19 no Amazonas é altíssima. Hoje ela se situa na faixa dos 8,5%, o dobro da média nacional e muito acima da mundial. No Brasil, essa porcentagem está pouco acima dos 4%, o que coloca o país em oitavo lugar no planeta. Na China, por exemplo, esse número ficou abaixo do 1%.
Isso justifica a tentativa do Governo do Estado de abrir várias frentes de tratamento. Além dos hospitais da rede e do de retaguarda – o Nilton Lins -, há tratativas para abrir leitos no Getúlio Vargas e na Beneficente Portuguesa.
A expectativa é de que, nos próximos dias, o Governo Federal entre firme no combate à Covid-19 em Manaus, enviando mais profissionais de saúde e montando estrutura de atendimento.
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