A equipe médica do Hospital de Retaguarda da Nilton Lins concedeu, nesta terça-feira (21/04), a primeira alta médica para uma paciente de Covid-19 da unidade. A paciente, de 71 anos, foi a primeira a dar entrada no Hospital Nilton Lins na tarde do último sábado (18/04), encaminhada do SPA e Policlínica Danilo Corrêa. Após um total de 10 dias de tratamento, ela está recuperada e fora do período de transmissão do vírus.
“A paciente teve sete dias de tratamento em outra unidade e ficou mais três dias no Hospital Nilton Lins. Aqui ela ocupou inicialmente a sala de observação e depois um dos leitos clínicos. Todos os cuidados foram prestados, seguindo os devidos protocolos e o fluxo de atendimento”, destacou a subdiretora do Hospital de Retaguarda da Nilton Lins, tenente Adeagna Laborda.
O controle de pacientes que dão entrada no hospital é feito exclusivamente pelo Sistema de Regulação, que seleciona pacientes, por ordem de prioridade, para serem transferidos de outras unidades de saúde, como Unidades e Serviços de Pronto Atendimento (UPAs e SPAs).
“É importante enfatizar que somos um hospital de campanha e recebemos pacientes de média e alta complexidade. É feito o protocolo com cloroquina, eletrocardiograma e todos os procedimentos recomendados. Nossa intenção é sempre a recuperação do paciente, buscando desafogar, principalmente, os SPAs”, acrescentou a subdiretora.
Capacidade – A unidade começou a operar, inicialmente, com 66 leitos, sendo 16 de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Atualmente 10 pacientes estão em leitos clínicos, dois estão na sala vermelha, quatro estão em observação na sala crítica e outros dois estão internados em leitos de UTI.
“O hospital está pronto para receber pacientes, conforme a demanda da regulação. Nossa maior preocupação nesse momento é que os pacientes que venham a ser transferidos estejam dentro dos critérios necessários e tenham condições de passar pelo procedimento de remoção, para garantir uma transferência segura”, frisou a subdiretora Adeagna Laborda.
O Governo do Estado continua o trabalho na busca de insumos e recursos humanos para alcançar a capacidade máxima da unidade, de 400 leitos.
FOTO: Michell Mello
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Este post tem um comentário
A intenção é boa mas como o governo sempre está pecando no assessoramento, essa imagem de técnicos, alguns com epi meia boca e outros com epi incompleta, TODOS DE LUVA ( potencialmente contaminadas) e BATENDO PALMAS DE LUVAS é, realmente, uma falta total de bom senso!
Está parecendo um ritual de pulverização de vírus, de tantas palmas enluvadas e ignorantemente entusiasmadas.
Essa modinha vai de encontro com as normas de uso de epi em áreas de agentes contaminantes biológicos onde não está autorizada palmas com luvas contaminadas.
Vigilância sanitária ou se faz de besta ou quer ajudar o governo a produzir stories nas redes sociais.