O vice-governador e secretário de Saúde, Carlos Almeida (PRTB) revelou um dado estarrecedor na reunião de ontem com os deputados da Comissão de Saúde, na Assembleia Legislativa: em 2012 (segundo ano do governo do atual senador Omar Aziz, do PSD) eram 15 as cooperativas médicas que prestam serviço ao Estado, alocando mão de obra nas unidades de saúde. Hoje, esse número passa dos 150.
Carlos Almeida não escondeu os problemas de gestão de contratos. “Nós estamos fazendo os levantamentos e a cada dia aparece algo novo. Hoje temos duas situações essenciais para resolver: o abastecimento de medicamentos e insumos e o pagamento dos profissionais”, pontuou.
Depois da reunião com os deputados, Almeida reuniu representantes de empresas médicas para reforçar o compromisso do governador Wilson Lima de manter os pagamentos mensais neste ano, sem atrasos, como ocorreu em 2018. O secretário explicou como serão utilizados os R$ 350 milhões do Fundo de Fomento ao Turismo, Infraestrutura, Serviços e Interiorização do Desenvolvimento do Amazonas (FTI) na Saúde ao longo deste ano, remanejo aprovado pela Assembleia Legislativa do Estado (ALE).
Pelo projeto, aprovado por 19 dos 20 parlamentares presentes na sessão de quarta-feira, 20%, ou seja, R$ 70 milhões serão destinados às prefeituras do interior do Amazonas para custeio e investimentos na própria área da Saúde.
Às empresas médicas, Carlos Almeida destacou que o reforço financeiro do FTI auxiliará a manter os pagamentos mensais. “Estamos cumprindo o que foi acordado e hoje estamos dando a segurança que as empresas precisam para trabalhar, de que vão receber sempre ao final do mês ou nos primeiros dias do mês seguinte”. O secretário explica que dependendo do processo de cada empresa, a necessidade do atesto do serviço, a ordem de pagamento pode sair pouco antes ou pouco depois do fim de mês.
Para que as empresas não ficassem sem receber em janeiro desse ano, o Governo do Estado pagou uma competência atrasada de 2018. Sobre os problemas de repasse de salário das empresas aos trabalhadores terceirizados, o secretário informa que o Ministério Público do Trabalhado (MPT) está acompanhando os casos para que não se repitam e tenham as sanções administrativas e legais cabíveis.
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