O PSL, partido do presidenciável Jair Bolsonaro, divulgou nota hoje dizendo que, “após fria análise de todos os cenários e buscando o que melhor de adequa ás diretrizes do partido”, optou por aderir a coligações proporcionais formadas dentro do arco de alianças do governador Amazonino Mendes (PDT). No comunicado, entretanto, não há nenhuma citação ao candidato majoritário.
Segundo a nota, o PSL vai integrar um blocão formado pelos partidos PR, PP, PV, PPS, SD, PHS, PTB e PDT, na disputa pelas vagas de deputado federal. E fará coligação com PHS e PTB para tentar eeleger candidatos à Assembleia Legislativa.
“A necessidade de realizar coligações em nada interfere na orientação de seus candidatos, pois visa proporcionar a eleição de representantes do PSL/AM à Assembleia Legislativa e à Câmara dos Deputados, e, por consequência, melhores condições de governabilidade ao futuro presidente, tão necessária para fazer valer a ética e os bons costumes na política brasileira”, diz o comunicado.
“Por fim, a Comissão ressalta que todos os seus candidatos possuem ficha limpa e seguem as diretrizes defendidas pelo candidato à Presidência da República, Jair Bolsonaro, primando pela lisura das eleições e pela necessária renovação política. Brasil acima de tudo, Deus acima de todos”, encerra a nota.
A Comissão Executivo Provisória do PSL no Amazonas é comandada pelo tenente-coronel reformado da PM Ubirajara Rosses (na foto acima com Bolsonaro), que teve autorização da Executiva Nacional para acertar as coligações.
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