Organizadores de bandas carnavalescas de Manaus conheceramneste sábado as novas regras de realização de eventos pré-carnavalescos e carnavalescos em vias públicas do Estado em 2018. Elas fazem parte de portaria conjunta, assinada por órgãos do Governo do Estado e da Prefeitura de Manaus e os destaques são o horário limite para realização dos eventos, até as 23h, e a proibição da venda de bebidas em garrafa e de churrasco em espetos. É que os materiais podem se transformar em armas durante brigas.
Em todos os eventos, grandes ou pequenos, haverá uma patrulha de prontidão para dar segurança. Os eventos abertos estão limitados a até 23 horas. Esse é o horário que tem a troca de turno das polícias. Depois disso, à meia noite, é quando os ônibus param de circular e, com isso, as pessoas que têm dificuldades de se deslocar ficam a mercê de assaltantes.
Copos de vidro e a entrada de pessoas com materiais pontiagudos também serão barradas nas barreiras de triagem que as organizações das bandas serão obrigadas a montar.
Até a sexta-feira passada, o Corpo de Bombeiros registrou 102 pedidos para a realização de eventos carnavalescos em vias públicas da capital. Além dos Bombeiros, é preciso registrar o evento nas Polícias Militar, Civil, no Departamento Estadual de Trânsito do Amazonas (Detran-AM), Manaustrans, na Secretaria Municipal de Finanças (Semef), na Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semmas), na Superintendência Municipal de Tranportes Urbanos (SMTU) e na Secretaria Municipal de Limpeza Pública (Semulsp).
“Estaremos integrados a todo o sistema de segurança em prol de dar um carnaval seguro para a sociedade amazonense, onde o Corpo de Bombeiros se faz presente, antecipadamente, dando as devidas autorizações para que ocorram as bandas e blocos na maior segurança possível”, destacou o comandante-geral do Corpo de Bombeiros, coronel Mauro Freire.
Novas regras – Pelas novas regras, os organizadores das bandas devem encaminhar os documentos de liberação do evento com 15 dias de antecedência ao Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), para serem incluídos no portfólio de operações integradas do sistema de segurança. O comandante-geral da Polícia Militar, coronel David Brandão, explica que o efetivo da polícia militar será responsável pela segurança dos arredores do evento e pelo acompanhamento da triagem. Contudo, os organizadores são obrigados a contratar segurança particular.
“A banda tem que ter a segurança particular contratada pelo coordenador do evento. Mas estaremos com a Polícia Militar acompanhando a quantidade de pessoas e o material que vai entrar, dando suporte às pessoas que vão entrar. A PM é responsável pela segurança do entorno”, enfatizou Brandão.
Operação nas ruas desde o dia 6
Desde o último sábado (6/11), a SSP deu início a Operação Alegoria Proibida, que faz parte do planejamento estratégico de fiscalização das forças de segurança e ocorrerá durante todo o período carnavalesco. O responsável pela Secretaria Executiva-Adjunta de Planejamento e Gestão Integrada (Seagi), coronel Fábio Pacheco, explica que o objetivo é garantir a segurança da população durante os festejos carnavalescos.
“Os órgãos se agrupam no colegiado e integradas têm sobre essas demandas dos solicitantes dos eventos. Cada um, é claro, nas suas atribuições, mas o colegiado também fala conjuntamente. Inclusive com seus poderes de notificação educativa”, reforçou Pacheco.
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