O que parecia ser uma disputa paroquial, entre dois políticos paulistas, para a escolha do candidato de um dos maiores partidos do Brasil, o PSDB, à Presidência da República em 2018 transformou-se em uma peleja de verdade, desde que o prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto, anunciou que pretendia disputar as prévias.
A pré-candidatura de Arthur tirou o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e o prefeito da cidade de São Paulo, João Dória, da zona de conforto. Até a entrada do tucano amazonense na disputa, os dois discutiam apenas quem deles seria o candidato. Articulavam com furor, mas sem a obrigação de falar de propostas ou temas relevantes para a campanha.
Arthur de saída anunciou que, se fosse presidente, levaria a cabo um amplo programa de privatizações, sem poupar nem mesmo gigantes como a Petrobras, tocou em temas que são verdadeiros tabus da política nacional e, mais importante que tudo, atraiu a atenção da mídia nacional.
Até aqui o prefeito de Manaus já teve suas ideias e intenções repercutidas por todos os grandes veículos da mídia nacional, a exemplo de Veja, Folha de S. Paulo, Estado de São Paulo, O Globo, entre outros. E despertou uma euforia inusitada em tucanos tradicionais, até aqui entendiados com a disputa entre os mauricinhos paulistas.
Arthur conseguiu se inserir nessa disputa, está sacudindo a cena, já até chamou adversários de outros partidos, como o deputado carioca Jair Bolsonaro e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para o tatame e, como bom lutador, não vai desistir até a decisão do partido.
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