Por Daniel Melo*
Voltei amigos. Depois de algumas semanas difíceis, volto a ter o prazer de utilizar este democrático espaço. No meu retorno quero falar de um assunto que está a causar muita polêmica na cidade: A chamada igreja inclusiva, que “acolhe” gays, lésbicas, travestis e semelhantes. Defendida por muitos, inclusive por jornalistas conhecidos, seus líderes possuem uma interpretação nada tradicional dos textos bíblicos.
Vamos lá. Todos os seres humanos são livres para ser o que desejam ser, dentro do que chamamos livre arbítrio. O homossexualismo é uma escolha e como toda escolha gera consequências. O convívio social com diferentes não pode nos levar a segregacionar ou discriminar qualquer pessoa. Exemplos: eu já trabalhei e coordenei grupos em que haviam gays e lésbicas. Tratei-os como profissionais e deles cobrei tão somente ética e profissionalismo.
Agora, respeito não significa aceitação de práticas não condizentes com os princípios cristãos. A Bíblia é clara, Deus criou homem e mulher. Tudo que foge a este padrão não pode ser teologicamente aceito. Tanto o Antigo quanto o Novo testamento são enfáticos na condenação a relações que são consideradas abomináveis diante de Deus.
Sem querer desrespeitar os fundadores da igreja inclisiva, não posso chama-los de pastores. Utilizar a Bíblia para justificar pecados é enganar os ouvintes que desejam ser aceitos na comunhão de Cristo. Usar o amor de Deus como justificativa para a transgressão, não só os faz mais transgressores, como também os coloca como falsos profetas dos tempos modernos.
Faço um convite à reflexão. Gays, lésbicas, travestis e simpatizantes. Jesus os espera de braços abertos, pois o amor Dele é imensurável. Contudo, o seu amor vem para purificar os pecados. O Senhor Jesus disse à pecadora: Vai e não peques mais. Em lugar de serem enganados pela iniquidade, venham até o Senhor e sejam curados. Há cura para os homossexuais, como há libertação para todos os que buscam o senhorio de Cristo.
Portanto, inclusivo é o amor de Jesus. Eu há muito estou incluindo no rol de seus filhoso. Amém.
*O autor é pedagogo e pastor da Igreja de Deus Pentecostal do Brasil
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