O ex-governador Amazonino Mendes afirmou que o Estado está quebrado e precisa ser reconstruído. Sem as principais lideranças que o apoiam, ele participou da convenção de seu partido, o PDT, tendo ao lado apenas os parlamentares da legenda e o deputado Sidney Leite (PROS). Defendeu também seu vice, Bosco Saraiva, dizendo que em 2004 este foi vítima de uma injustiça. “Perdemos a eleição por causa de uma intervenção indevida (referindo-se à Operação Albatroz, da Polícia Federal, que envolveu seu vice, depois inocentado na Justiça).
“Governar este Estado por doze meses não é tarefa para carreirista, oportunista”, disse ele. Em nenhum momento citou o principal adversário, Eduardo Braga. Mas referiu-se a Marcelo Ramos, dizendo que avaliou os perfis de seus possíveis vices e optou por Bosco, por achá-lo mais preparado.
Amazonino disse que não pretende fazer política, mas sim “enxugar o Estado”. Reconheceu que precisa do apoio de partidos e enumerou uma série de realizações suas enquanto governador e prefeito de Manaus.
Sobre o apoio do prefeito Arthur Neto, ele afirmou que se deve a seu histórico de, como governador, ajudar os prefeitos da capital “com uma tal de ação conjunta”.
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