Foi apenas na alta madrugada que Amazonino Mendes e seus aliados conseguiram fechar a chapa que vai disputar a eleição suplementar. Depois de muitas idas e vindas, o deputado Bosco Saraiva (PSDB) aceitou o desafio de reeditar a chapa que disputou a eleição para a Prefeitura de Manaus em 2004 – na época, eles foram ao segundo turno, mas acabaram perdendo para Serafim Corrêa e Mário Frota, que formavam o time adversário.
O primeiro nome aventado pelos aliados foi o do deputado federal Átila Lins (PSD), por sua grande capilaridade no interior do Estado. O parlamentar, entretanto, está alinhado hoje ao governador interino, David Almeida, e não aceitou. Tentou-se então convencer o deputado federal Pauderney Avelino (DEM) a encarar o desafio, mas ele está em viagem à Europa e não respondeu.
O grupo partiu então para tentar tirar da disputa Silas Câmara (PRB) ou Wilker Barreto (PHS). O primeiro colocou condições que não foram aceitas e o segundo preferiu manter a candidatura, um tanto contrariado com a cooptação de partidos que estavam em sua coligação.
O nome do deputado federal Arthur Bisneto (PSDB) foi especulado, mas jamais colocado na mesa pelo prefeito Arthur Neto, apoiador de Amazonino.
Foi de Amazonino a ideia de buscar o deputado estadual Bosco Saraiva, que acabou se tornando unanimidade no grupo.
Em 2004, a dupla disputou a Prefeitura como favorita, tendo o apoio do governador da época, Eduardo Braga (PMDB), do vice, Omar Aziz (então no PMN) e de vários partidos aliados. Arthur estava do outro lado, apoiando Serafim Corrêa.
Agora, os polos se inverteram.
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