A viagem do ex-governador Amazonino Mendes a São Paulo, para tratamento de saúde, e a possibilidade do Supremo Tribunal Eleitoral transformar a eleição direta para escolha do substituto do governador cassado José Melo, definida pelo Tribunal Superior Eleitoral, em indireta, paralisou as negociações em torno da sucessão no Amazonas.
Neste momento, os principais atores desta cena se limitam a marcar presença em entrevistas – caso de Eduardo Braga -, sentir o pulso dos políticos em geral – caso de Omar Aziz – e tomar providência para evitar a inelegibilidade – casos de David Almeida e Arthur Neto.
Amazonino não retornou a Manaus no final de semana, como previsto, e continua fazendo exames, segundo a família. Todos os demais protagonistas dessa história passaram o final de semana na cidade, em conversas inconclusivas.
O governador interino, David Almeida, seria imbatível na eleição indireta. Ele conta com os votos de nada menos que 19 dos 24 deputados estaduais que, em caso de mudança no formato da escolha, seriam os responsáveis por definir quem comandará o Estado até dezembro de 2018.
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