Numa das suas muitas despropositadas intervenções, o boquirroto supremo Gilmar Mendes admoestou o parlamento acerca da aprovação de uma PEC que põe freio nos avanços do STF.
Mendes usou a palavra “juízo” dando mais um claríssimo sinal de insatisfação e sobretudo um recado de que a corte mais uma vez não tolerará a independência do poder legislativo. Oremos!
O supremos não calam e não se cansam de impor a supremacia do tribunal sobre os demais poderes porque sabem que acima deles não cabem recursos.
Mais que isso, os supremos sabem que tem nas palmas das suas mãos a vida politica de centenas de parlamentares e, basta uma posição mais destacada ou de rebeldia de alguns desses, para que seus processos sejam desarquivados e a condenação venha a galope. Credo!
Que país há de resistir enquanto nação soberana ou, qual povo pode se considerar livre o suficiente sabendo que um poder manda mais que os demais?
Esses sucessivos e constantes arroubos autoritários de suas excelências os ministros do STF estão levando o Brasil a um estado de entropia do qual nenhuma nação sai incólume.
A arrogância dos super ministros só existe e resiste porque a debilidade do parlamento é flagrante e porque conta também com o beneplácito e os aplausos do poder executivo e da omissão de parte de uma imprensa sócia e covarde ante esse cenário tétrico. Misericórdia!
Além de vitalícios nos seus cargos, os ministros do STF demandam decisões controversas, ilegais e longevas ao arrepio da constituição e sabem bem dos desdobramentos e dos males que estão causando.
Que país vai emergir dessa onda de desmandos? Que Brasil podemos esperar dessa geringonça judicial e jurídica? Que nação subsiste diante desse descalabro n autoritário?
As futuras gerações e a história do Brasil hão de reservar milhares de crônicas, contos, novelas, documentários e filmes, para eternizar o que estamos vivendo e enfrentando.
Serão textos com milhares de títulos, centenas de análises, dezenas de mártires e onze protagonistas do mal.
Um desses filmes e um desses mártires tem nome e sobrenome: Jair Messias Bolsonaro, o perseguido!
Ao ex presidente a história já reservou um lugar de destaque como aquele que ousou enfrentar o sistema e se deu mal.
Té logo!
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