Ainda estamos aqui

“Todos os povos do mundo são humanos e há apenas uma definição para todos os humanos e para cada um deles: são criaturas racionais. Portanto, todas as raças do mundo são uma só.”(Frei Bartolomeu de Las Casas)

No Brasil, muitos ainda teimam em viver no passado removendo cadáveres insepultos e tentando reescrever a história.

Enquanto isso, há centenas de milhares de infelizes e esquecidos brasileiros e brasileiras vivendo a necessidade do reconhecimento dos seus direitos civis, sociais e judiciais.

Passados mais de sessenta anos, uma esquerda odienta, raivosa e sedenta por revanche, continua a produzir espetáculos e dar cartaz para assuntos enterrados os quais já estão devidamente esclarecidos e, os responsáveis, ou mortos ou já pagaram suas penas.

Mas, não custa nada lembrar a essa esquerdalha raivosa que, além dos seus, muitos ainda estão e continuam aqui:

Ainda estão aqui os perseguidos pela justiça do Xandão;

Ainda estão aqui os famintos de sede e de comida no nordeste;

Ainda estão aqui os que tiveram suas propriedades invadidas pelo MST sem direito a indenização;

Ainda estão aqui, os parlamentares de direita vítimas de uma perseguição implacável do STF por suas opiniões e posições políticas;

Ainda estão aqui, as inocentes crianças e adolescentes vítimas de uma política de erotização e/ou objetos diretos da ideologia de gênero perversa;

Ainda estão aqui, membros das forças de segurança pública, execrados, cerceados e impedidos do exercício pleno das suas funções constitucionais na defesa do cidadão;

Ainda estão aqui, profissionais da medicina obrigados a cometer aborto contra suas vontades, em bebês de até 22 semanas de vida intrauterina;

Ainda estão aqui, profissionais de comunicação, blogueiros, influenciadores e cidadãos comuns que ocupam as redes sociais, fadados a ficarem calados, frustrados, perseguidos e banidos por suposto crime de opinião em um interminável e horroroso inquérito inconstitucional;

Ainda estão aqui, as vítimas do tráfico de drogas e das facções criminosas, as quais dominam comunidades, matam, sequestram e ocupam espaços no executivo, legislativo e no judiciário, por meio dos seus tentáculos;

Ainda estão aqui, os contribuintes brasileiros, principalmente os da classe média, que são escorchados mês a mês a pagar impostos e taxas sem benefício algum por parte do poder público;

Ainda estão aqui, os idosos, crianças, jovens e adultos que lutam no dia a dia por uma digna assistência à saúde, enquanto juízes, ministros, parlamentares e altos escalões dos poderes públicos têm direito a um plano/seguro de  saúde privado pago pelo estado;

Ainda estão aqui, as vítimas de violência no trânsito e nas comunidades, dos estupradores e de agressores, estes muitas vezes com mais direitos e assistência que suas presas.

Há muito mais brasileiros e brasileiras ainda vivos e sofrendo, que clamam para que suas histórias de vida serem retratadas por cineastas e protagonizadas por artistas de renome.

Pena que estes brasileiros e estas brasileiras são invisíveis e imerecedoras de um olhar e uma visão sincera e honesta por parte dessa gente que domina os meios culturais.

Essa gente da esquerda encastelada nos poderes, nas mídias e instituições de entretenimento, continuam encegueiradas por uma ideologia fundamentalista. É uma bandalha ensimesmada e com olhares vesgos por sobre os fatos e a realidade.

Nós e esses tantos outros, continuaremos aqui firmes e fortes porque nada é para sempre.

Té logo!

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