O advogado, jornalista e político amazonense Arlindo Augusto dos Santos Porto morreu aos 95 anos ontem, no Rio de Janeiro (RJ). Ele vivia há alguns anos naquela cidade com a família, mas teve uma extensa história na política, no jornalismo e na cultura amazonenses. Exerceu diversos cargos e era membro titular da Academia Amazonense de Letras.
Porto foi deputado estadual por três mandatos, sendo o último — em que obteve a terceira maior votação para um candidato no Amazonas naquela época — cassado pela Ditadura Militar após o Golpe de 1964. No dia 3 de abril de 2013, Arlindo Porto teve seu mandato restituído de maneira simbólica em cerimônia na Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam), após quase 50 anos de sua cassação.
Também foi o primeiro presidente do Sindicato dos Jornalistas do Amazonas (Sindjor/AM), exercendo o mandato de 1959 a 1963, o que motivou uma homenagem da entidade.
Porto exerceu a presidência Aleam, foi governador do Amazonas em exercício, deputado federal, secretário de Estado de Administração e subsecretário de Estado de Comunicação Social.
Membro titular e presidente do Instituto Geográfico e Histórico do Amazonas e membro efetivo da Academia Amazonense Maçônica de Letras, foi ainda conselheirodo Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM), instituição da qual foi vice-presidente.
Entre outros títulos, escreveu: Bernardo Cabral, um paladino da Democracia (1988); Regatão da Saudade; Nunes Pereira – O Cavaleiro de Todas as Madrugadas do Universo (1993).
Arlindo foi eleito em 4 de setembro de 1993 e empossado em 3 de dezembro de 1993 na Academia Amazonense de Letras, tendo ocupado a cadeira de número 35.
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