Eu queria não querer, mas sem querer querendo eu quero. Se o bagulho é doido, nós é mais doido que o bagulho.
Perguntar não ofende: “Por onde anda a capivara Filó?”
Dizem que na última vez, ela fez um caminho curioso, passou às nove da noite na praça da Sefaz. Em seguida, pegou a carne de sol que o Ronaldo deixou na portaria do condomínio, pro apresentador de Recife demitido que não quis lhe receber, e depois foi vista entrando, sorridente, no shopping Cecomiz. Talvez já fazendo o esquenta para a posse de Bosco Saraiva, na Suframa, ou então, ela só tava indo mesmo pro playcenter brincar no carrossel.
Um amigo virtual dos tempos do Orkut me revelou que um prefeito (vamos evitar revelar o nome pra não gastar com escritório jurídico), queria levá-la para Brasília na marcha dos prefeitos, mas foi convencido pela sua assessoria a não fazer isso. Seria muita ostentação.
O Amazonas continua assim, com seu semblante de província é um fire no airfryer.
Quando não é o fight de Rosana e Marlucia, é a confusão da atendente da Bemol. Quando não é a treta da Paticha Teló, é a talarica e a mutreta no flutuante. E agora é a vez da capivara Filó, direto de Autazes. Simples assim!
Acampado na frente desse quartel protestando, “dentro das quatro linhas da constituição”, com o grito de guerra “Selva”, estão OAB/Am, veículos de comunicação, deputados, vereadores, parlamentar paulista patriota defensor dos direitos dos animais, e até o embaixador do turismo de Bolsonaro, o Richard, entrando no caso defendendo a Filó e o seu tutor. Pode isso meritíssimo reitor, Sylvio Puga?
Com essa ansiedade e a busca por respostas, vou pra academia, e na academia bato um cardio, faço a foto no espelho e vou embora comer um pão do padeiro de Sevilha ou o pastel na feira, pois, no final, o pão sempre vence. O cardio que corra atrás de mim.
Na busca pelo corpo perfeito, além dos enlatados temos até traíra, bodó, pacu, aracu, pirarucu e baiacu.
Nadando por fora, um mapará ticado direto do Mamiá é a pedida. Aliás, no Mamiá também tem moradores vivendo um relacionamento instável e sério com um mapará e com a saúde mental. Em breve, saberemos dessa história, contada por Djamblê e Jarden direto de Figueiredo. Aguadem!
Nessa salada mediterrânea de berinjela assada com jaraqui frito, cortando alho poró e tomando chibé na cuia, a raça toca fogo no iglu.
Com o detox digital no alto do meu minarete, eu sei que ninguém me abandonou, só estão aguardando minha boa fase novamente.
E, sabendo disso, na minha vadiagem e altruísmo recorrente, eu ouso dizer que amo todo mundo.
Alguns, eu amo ter por perto. Outros, eu amo evitar. Uns, eu amo bem longe de mim e tem aqueles que eu amaria nem ter conhecido. Simples assim!!
É, meu amigo, vai achando que traíra é só peixe?!
Nesse mailing onde a plataforma é scarpin e os releases são sugestões de pauta nas tamancadas da minha mãe que levei na infância, o importante é carburar.
Se eu soubesse que a vida adulta era tão cara assim, eu teria economizado desde os tempos da creche, no pré-3.
Agora Inês está morta, preciso calçar meus tamancos da humildade e acender minha lamparina para começar uma semana com boas energias, ou então, pra não perder o costume vou acender aquela vela, fazendo uma grande marofa.
Além do açaí do Copeá, continuo vendendo ervas que aliviam e temperam.
“Quem me fornece é que ganha mais
A clientela é vasta, eu sei
Porque os remédios normais
Nem sempre amenizam a pressão
É dia de feira, quarta-feira, sexta-feira
Não importa a feira quem quiser pode chegar”.
*Apenas um rapaz latino americano sem dinheiro no banco.
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