O presidente do PDT no Amazonas, Stones Machado, soltou nota ontem reafirmando a posição de neutralidade do partido no segundo turno da eleição em Manaus e desautorizando o grupo que procurou o candidato Marcelo Ramos para lhe prestar apoio. Segundo ele, todos são livres para adotar a posição que quiserem, mas não para se manifestar em nome da legenda. “Vamos enquadrar no nosso estatuto o militante que desrespeitar nossa decisão”, diz ele.
Segundo um dirigente partidário ouvido pelo blog, um grupo de ex-candidatos a vereador procurou a direção do partido querendo que esta arcasse com as despesas que tiveram no primeiro turno. Como a diretoria explicou que a arrecadação mal funcionou para pagar a campanha majoritária, eles decidiram procurar o candidato Marcelo Ramos para lhe hipotecar apoio, “um comportamento mesquinho, do qual ele se aproveitou”.
O que mais revoltou a direção do PDT é que Marcelo divulgou uma agenda em que estava prevista uma reunião com a diretoria do partido, o que jamais foi cogitado. “O que ele tentou foi passar uma imagem de que estamos rachados internamente. Isso não existe. É jogo sujo. O que há é a insatisfação de uma minoria que entra na campanha eleitoral achando que vai contar com dinheiro do partido e depois se revolta. Esta foi uma jornada diferente, em que faltou recursos para todo mundo”, diz o dirigente.
“Entendemos que nenhuma das candidaturas apresenta projetos factíveis. Por isso preferimos trabalhar pelo crescimento do partido, sem envolvimento neste segundo turno”, acrescenta Stones.
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