Aqueles que julgam bem conhecer o povo brasileiro entendem que, após o resultado final das urnas, haverá “paz”. Ledo engano. Ambos os lados atingiram pontos em que a reconciliação afigura-se-nos fora do futuro cenário; primeiro porque as ideologias são opostas e segundo porque as agressões nunca cessaram; sempre cresceram. Assim, o aspecto emocional em muitas situações fomentaram uma pretensa luta no qual o eleitor foi o mais prejudicado, em razão do conhecimento de supostos fatos desprovidos de um mínimo de racionalidade, de amor à vida ou mesmo de um “mea culpa”, aliás ato que não existe na cabeça dos políticos; quiçá, com raras exceções.
A emoção vivida durante um jogo de futebol que dura apenas 90 minutos foi transportada para um “ringue” cujo round final apontará o vencedor; o eleitor não poderá vir a reclamar de nada, embora, certamente sua consciência o fará, porque a consequência dessa escolha refletirá no futuro de todo cidadão brasileiro.
Por isso, o eleitor não deve ter receio de exercer seu dever constitucional, porque conhece ambos os candidatos, inclusive o passado e o presente. Se o ambiente é conflitante, mesmo assim deve ir votar; afastando qualquer receio, bem como deve ignorar uma suposta consequência no aspecto político, pois muitos políticos mudam de partido como se muda de camisa. E, se a polarização vigente decorre dos fatos passados ou da atual postura de cada um; ao eleitor caberá à frente da urna decidir; não se arrependendo do futuro que ocorrerá para todos “nós”. O país não está dividido ao meio. O que se deseja é a eliminação do caos econômico vivido anteriormente, e que mata de fome até hoje os venezuelanos e agora os argentinos.
Porém, inacreditável é a vã tentativa de ofuscar o cristalino e irrefutável desenvolvimento do país, que saiu de um atoleiro de improdutividade para um crescimento reconhecido no mundo todo; conforme ratifica o FMI: Brasil cresce mais que EUA, Alemanha e França. E, o Ministro Paulo Guedes anunciou que “o Brasil já é membro da OCDE”. Sejamos todos homo sapiens até porque o brasileiro é corajoso e não admite a covardia. Posicione-se.
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