A Polícia Civil prendeu, no último sábado (5), o motorista de aplicativo Rildo da Silva Souza Junior, 34, que confessou ter sido contratado por uma quadrilha para movimentar um empresário de 58 anos que havia sido sequestrado. Com ele foi apreendido o carro usado, um modelo Kwid, no bairro São Francisco, zona sul de Manaus. A vítima foi libertada e devolvida à família, que já havia efetuado depósitos exigidos pelos criminosos. Rafael Queiroz de Lima, 19, foi preso na Compensa com R$ 8 mil, parte do dinheiro depositado. Pelo menos outros cinco elementos que participaram da ação estão sendo procurados.
De acordo com a delegada Deborah Barreiros, adjunta da DEHS, o sequestro ocorreu na manhã de sexta-feira (04), por volta das 10h45, no bairro Mauazinho, zona leste, e as equipes tomaram conhecimento por volta das 13h, após a família realizar a denúncia.
“Nossos investigadores passaram a monitorar as informações fornecidas e rastrear as contas bancárias. Durante a investigação, percebemos que foram efetuados depósitos para liberação da vítima. A partir disso, conseguimos chegar até Rafael, e apreender com ele, a quantia R$ 8 mil, no bairro Compensa, zona oeste”, detalhou a autoridade policial.
Rildo disse que não conhecia as pessoas para quem trabalhou e ainda estava esperando para receber seu pagamento.
Após as prisões dos indivíduos, foi revelado o paradeiro da vítima, que estava em uma área de mata, no bairro Mauazinho, zona leste. Os policiais foram ao local, momento em que, indivíduos não identificados, fugiram e o homem foi resgatado com a sua integridade física preservada.
“Ao chegar no local do cárcere, observamos que havia caixas de remédios controlados, possivelmente, para sedar a vítima. O que indica que eles não pretendiam liberá-la de forma rápida”, informou a delegada.
A autoridade policial relatou, ainda, que o grupo criminoso é composto por, pelo menos, sete participantes, e as investigações continuam para localizar e prender os infratores.
Procedimentos
Rafael e Rildo irão responder pelos crimes de extorsão mediante sequestro e organização criminosa. Após os procedimentos na DEHS eles serão encaminhados para audiência de custódia, onde ficarão à disposição da Justiça.
FOTO: Erlon Rodrigues
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