O descrédito das instituições

O Partido Liberal (PL), a maior bancada na Câmara dos Deputados, demonstra seu respeito às instituições ao assumir o dever de defender sua obrigação de decidir sobre a anistia. O objetivo é alcançar a tão sonhada pacificação,  contudo,  não será possível com a implantação do comunismo e o país sendo comandado por radicais.

Na remota possibilidade de Jair Bolsonaro ser impedido de concorrer a uma eleição, um “combate extra” aos autos ocorreria. Porque não existe uma lei que impeça o Poder Legislativo de conceder anistia a qualquer pessoa. Com esse benefício, Bolsonaro seria imbatível, desde que não haja manipulação nas urnas.

Lula e seus aliados próximos estariam interessados no desvio de dinheiro público. Os apadrinhados do presidente  são beneficiados até mesmo nos estados, citando como exemplo o humorista Whindersson Nunes, do Piauí, que teria firmado um contrato de 11 milhões de reais com o estado, um fato que já está sendo investigado.

É lamentável o assassinato do delegado aposentado da Polícia Civil do Estado de São Paulo, que quando estava na ativa mandou para cadeia os chefões do crime organizado. Afinal, aplicar a lei do Talião não é para qualquer um. Mas o pior de tudo é o que ocorreu na Câmara de Vereadores de Curitiba,  nada mais, nada menos que apologia ao uso das drogas, o que é inadmissível e se constituí em crime contra o Estatuto da Criança e  do Adolescente.

Por fim, como sabemos o Brasil deixou de ser  uma democracia, posto que numa democracia  não existe “chantagem judicial”. Qualquer crítica a este  desgoverno é tratado como “ataques à instituição”.  Infelizmente, os conceitos se alteraram, tanto que o presidente da República em seu revanchismo popular busca transformar o Poder Judiciário em ferramenta para sua vergonhosa política externa.

O presidente Lula amou Cristina, idolatra Maduro e defende os assassinos como o Hamas e outros. Não somos  ainda uma “várzea” e os ministros do STF ao adotarem postura politizada  contribuem para o descrédito das instituições.  Afinal, Justiça é um dos pilares do estado democrático de direito, quando exercida com imparcialidade e sem politização, enquanto vingança e ódio se constituem na pobreza de espírito e  revanchismo.

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