Anori, distante a 195 km de Manaus, com um pouco mais de 20 mil habitantes, segundo o último senso do IBGE, resolveu marcar presença nos noticiários com uma agenda negativa, tendo o prefeito Régis Nazaré (Republicanos) no centro das denúncias. Na cidade, os prédios da Prefeitura estão às escuras por falta de pagamento das contas de energia, mas “amigos do rei” são contemplados com contratos milionários.
Moradores denunciam que os principais prédios da prefeitura se encontram as escuras há quase três meses, inclusive a sede da prefeitura onde se encontra o gabinete do prefeito, com o corte de energia elétrica por falta de pagamentos, além do abandono das comunidades ribeirinhas na zona rural, a sede do município é castigada com falta de saneamento básico, redes de esgotos, ruas esburacadas, sem iluminação pública e abandono no sistema de saúde, sem medicamentos básicos, médicos e profissionais de saúde.
Por outro lado, a Prefeitura tem firmado contratos que estão sendo colocados sob suspeita. É o caso de um firmado com a empresa C. C. Pereira Comercio -EPP, para divulgação das atividades da administração. O dono da firma é Charles Castro Pereira, irmão do representante e procurador do município em Manaus, Jardel de Castro Pereira. O valor é de R$ 1,15 milhão.
Opositores do prefeito denunciaram o contrato ao Ministério Público Estadual, que deve conduzir a investigações por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).
Outra polêmica diz respeito ao contrato de limpeza pública, firmado com a empresa Mauro Fernandes de Souza-EPP, com sede em Anori e capital social de R$ 200 mil. É que a firma não possui sequer um funcionário registrado com carteira assinada, o que foi denunciado à Procuradoria Regional do Trabalho da 11ª região.
A empresa é acusada ainda por usar carros alugados pela Prefeitura e servidores do município para realizar a limpeza. O valor do contrato com a empresa é de R$ 1,6 milhão para realizar serviços continuados de coleta de resíduos sólidos, limpeza pública, incluindo capina manual e varrição no perímetro urbano.
Nenhum vereador da Câmara Municipal local se manifesta sobre as denúncias.
A Prefeitura também não se manifestou. Os espaço está aberto no blog.
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