Casa da Mãe Joana

A  banalidade que assola o País e domina os noticiários vem de uma  realidade preocupante: tudo isso lembra a expressão “casa da mãe Joana”, onde impera a desordem e a desorganização. Ocorreu uma reunião, que já não é mais secreta, para uma “conversa” visando acabar com o ataque ao STF, outro ponto foi o recado  dado ao Toffoli para que deixe o Tribunal e esqueça o Código de Conduta, visto que Lula quer nomear Pacheco e  Messias.

Toffoli mandou e comandou o caso “Master” e agora é acusado, juntamente com Vorcaro, de ser o “pai” e a “mãe” do inquérito. Por isso, não é sem razão que a Polícia Federal  pede a suspeição de Toffoli — tendo este, ao se defender, tachado o pedido de “juridicamente nulo”. Toffoli “zomba do País”, demonstrando ser um insensato. Afinal,  o ministro quase nada  sabe sobre o direito pátrio, atuando na alta corte por  possuir assessores cultos. Ele nunca admitiu ter ido ao Peru num jatinho privado, sendo seu maior pecado ter criado uma proximidade com o banqueiro Vorcaro. Não deixará saudade!

Outro absurdo é a suposta pretensão de se homenagear um presidente taxado pela população de  “ladrão e corrupto”,  no carnaval do Rio de Janeiro. O favorecimento é visível; a intenção é dolosa porque gera um “favorecimento” que terá como consequência um desnível em pleno ano eleitoral. O presidente Lula não sai nas ruas com medo das  vaias e xingamentos.

Atualmente, o Brasil tem líderes ruins e políticos que não ajudam. As pessoas só pensam no que é imediato e não olham para o futuro. Apesar de parecer estranho, os planos para o futuro não ficam na cabeça dos políticos que trabalham no Congresso. Eles vivem em um mundo que muda muito e é instável.

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