É comum ouvir alguém dizer que já perdoou certa pessoa — às vezes até alguém da própria família —, mas que prefere manter distância dali em diante. Esse tipo de situação não ocorre apenas fora do meio religioso, mas também dentro das relações familiares e da convivência entre irmãos na fé.
O apóstolo João nos chama a refletir sobre o verdadeiro amor que deve existir entre aqueles que nasceram em Cristo. Como está escrito: “Amados, amemo-nos uns aos outros, porque o amor procede de Deus; e todo aquele que ama é nascido de Deus e conhece a Deus” (1 João 4.7).
Antes disso, ele também faz um alerta firme contra a prática de um amor superficial ou apenas aparente: “Nisto se manifestam os filhos de Deus e os filhos do diabo: todo aquele que não pratica a justiça e não ama o seu irmão não é de Deus” (1 João 3.10).
Diante disso, fica claro que o amor verdadeiro vai além de palavras ou aparências — ele se revela em atitudes concretas. Praticar o bem faz parte desse compromisso, e o perdão é uma das expressões mais profundas desse amor. Como ensinou Jesus: “Não julguem, e vocês não serão julgados; não condenem, e não serão condenados; perdoem, e serão perdoados” (Lucas 6.37).
Vale a pena refletir: será que não está na hora de liberar perdão àquela pessoa que, mesmo tendo causado dor no passado, ainda ocupa espaço no coração? Muitas vezes, o maior obstáculo não é a falta de oportunidade, mas o orgulho que insiste em permanecer.
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