A decadência de Antônio Pizzonia: do glamour da Fórmula 1 à detenção por agressão nos EUA

Entre 2003 e 2005, o amazonense Antônio Pizzonia deu muito orgulho ao seu Estado ocupando o posto de piloto titular de equipes que disputavam a Fórmula 1, depois de passagens brilhantes por categorias inferiores. Era o “jungle boy” e fazia sucesso por onde passava. Hoje com 45 anos, ele voltou ao noticiário da pior forma, depois de ser detido no Texas por agredir o pai de um corredor que se desentendeu com o seu filho. Já em casa, depois de liberado, ele recolheu-se em silêncio.

Alguns amigos dele apressaram-se em telefonar para jornalistas depois do ocorrido desmentindo o site Holofote, que publicou a detenção. Mas uma foto de Pizzonia logo após a detenção apareceu no Montgomery County Police Reporter, site policial do condado de Montgomery.

Ele foi detido sob acusação de lesão corporal, segundo as autoridades.

Pizzonia, segundo o site TMZ, assistiu a um dos filhos em uma prova pouco antes da prisão -ele esteve no Speedsportz Racing Park para acompanhar uma etapa do Superkarts USA Winter Series.

O brasileiro publicou um story ao lado da filha na manhã desta segunda-feira (12), o que sinaliza que ele foi liberado. Nem ele nem seus advogados manifestaram-se até agora sobre o ocorrido.

Nascido em Manaus, Pizzonia chegou à F1 em 2003, quando defendeu a Jaguar. No ano seguinte, atuou pela Williams, e ficou na escuderia até 2005, já como piloto de testes. Ele soma 20 corridas na principal categoria do automobilismo mundial. Nos últimos anos dedicou-se à Stock Car no Brasil e a acompanhar o filho em provas de kart.

Um vídeo que circulou no início da semana mostra o piloto agredindo o cidadão com uma “voadora” pelas costas, o que piorou ainda mais a situação de Pizzonia, dada à covardia.

Qual Sua Opinião? Comente:

Deixe uma resposta