Desenrolando o lero

Tem cabimento endividar o povo mais pobre para depois aparecer como salvador da pátria?

Essa vem a ser a lógica dos governos de extrema esquerda que já somam mais de vinte anos no poder e não conseguem tirar o pobre das infindáveis dívidas.

Crédito demais, ofertas de bolsas e auxílios nas alturas, propagandas e campanhas de estímulo ao consumo, têm sido a mola mestra de uma lógica econômica falida e repetitiva do PT há décadas.

Aí, quando o calo aperta e a fome bate à porta dos mais desvalidos, a saída é usar da grana do contribuinte da classe média que tem nada a ver com essa esculhambação toda, para dar mais dinheiro aos enrolados. Credo!

É uma estratégia manjada e repetidamente lançada mão por Lula e seus mentores econômicos comunistas.

Notem ainda, que esse tipo de socorro chega tarde demais e apenas em anos eleitorais, exatamente na hora em que o governo vai mal das penas em temos de popularidade em meio a uma crise econômica que arrasta os mais pobres.

Em mais um novo programa desenrola versão 2.0 num espaço de apenas três anos, a novidade é não permitir que o endividado que se desenrolou, use a sobra na jogatina das bets.

Pois foi Lula que em 2O23 sancionou a lei das bets sem nenhuma resistência da bancada petista e dos partidos que o apoiam no Congresso Nacional.

Quando já então que o PT tem moral para impedir que o pobre do endividado tente a sorte nos jogos? Como não deixar que o desenrolado use o CPF de terceiros para jogar nas bets?

Desde quando Lula pode admoestar o desenrolado para que este não torre a grana em jogos de azar se a propaganda das bets permitida  pelo governo campeia na mídia? Misericórdia!

Se o ex condenado e o PT apoiam essa medida e se a lógica é impedir que a grana escoe pelo ralo, porque não estender a proibição de usar grana pública nas bets para quem também recebe o Bolsa Família?

Trata-se, isso sim, de mais um plano contraditório de um governo perdido e tudo não passa de uma urdidura eleitoral sacana numa hora difícil e quase sem jeito para o ex presidiário em termos de reeleição.

Eu, você meu leitor e milhões de bons pagadores e contribuintes da receita federal vamos mais uma vez pagar a conta.

A grana depositada no FGTS vai emagrecer de saldo e os bancos vão ter que engolir esse plano sabidamente infrutífero e inútil que terá como único e concreto resultado

endividar mais e mais o pobre.

Parte dessa dívida impagável do pobre é pela falta de procura por emprego na ilusão de que as bolsas tudo resolvem seus problemas.

A dívida dos enrolados se dá basicamente porque não conseguem pagar contas básicas como água, luz, celular, medicamentos, supermercado e fazer a feira no fim de semana. Oremos!

E isso acontece porque o governo perdulário alimenta a inflação e infla a dívida pública que já alcançou o recorde absoluto de mais de dez trilhões de reais em abril passado. Credo!

A julgar, pela mais avassaladora impopularidade que um mandatário brasileiro já alcançou, esse tiro sairá pela culatra voltando seus péssimos resultados contra Lula e quem ele vai apoiar nos estados.

Té logo!

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