“Naquele tempo não havia rei em Israel, e cada um fazia o que lhe parecia melhor”, (Juízes 17.6).
Esse mesmo espírito de rebeldia permanece visível em nossos tempos, refletindo o que ocorreu na história de Mica (Juízes 17). A passagem evidencia que, quando a Palavra de Deus e seus princípios são deixados de lado, as consequências recaem severamente tanto sobre os indivíduos quanto sobre a sociedade. É fato que os planos do ser humano não se comparam aos de Deus.
“Há caminho que ao homem parece direito, mas o fim dele são os caminhos de morte”, (Provérbios 14.12).
Mica decidiu desobedecer às ordens divinas e enganou a si mesmo, fazendo aquilo que julgava certo. Entre seus pecados estavam o furto e a idolatria — práticas claramente condenadas pelo Criador.
“Não furtarás”, (Ex. 20.15).
“Não farás para ti imagem de escultura”, (Ex. 20.4).
Nos dias de hoje, muitos ainda tentam mesclar a verdadeira adoração com práticas que Deus não aprova, mesmo que isso ocorra de formas mais sutis.
Há quem prefira moldar sua fé à sua conveniência, rejeitando a autoridade de Deus e da Sua Palavra. Com isso, perdem a oportunidade de viver sob a graça e o favor do Pai.
Os que desprezam os ensinamentos bíblicos para seguir tradições humanas caminham para a destruição espiritual. Já o cristão fiel submete sua vontade à direção de Deus, guiando-se pela verdade revelada nas Escrituras.
Os plano”Quem é injusto, faça injustiça ainda; e quem é sujo, seja sujo ainda; e quem é justo, faça justiça ainda; e quem é santo, seja santificado ainda”, (Apocalipse 22.11).
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