Marina: o histerismo, o coitadismo e a piedade

Já diz o recorrente ditado que quem está na chuva é para se molhar.

Digo eu, quem assume cargos na vida pública seja por indicação ou eleição, sabe que estará sujeito às críticas e ataques algumas vezes cruéis e na maioria das vezes merecidos.

Ao ocupante do cargo não se deve olhar o gênero ou suas preferências ideológicas ou sexuais; homem ou mulher, homo ou hetero, de esquerda ou de direita. Nada se deve observar quanto a isso.

Porém, sobre a performance, sobre  a capacidade e até sobre as ligações políticas e pessoais do sujeito e seus erros, ele deve estar na mira e no holofote do eleitor e do contribuinte. E deve ser implacavelmente cobrado.

A Ministra Marina sabe bem disso, entretanto, pousa de vítima, de frágil e de perseguida, todas as vezes em que é confrontada com suas mal sucedidas, suspeitas e desastrosas decisões no comando da pasta da Meio Ambiente.

Pela enésima vez ela comparece ao parlamento ora como convidada, ora como convocada, e, ante uma saraivada de críticas e de objeções à sua visão e decisões retrógradas, não responde coisa com coisa e ainda, sob a desculpa esfarrapada de estar sendo agredida, foge do debate.

Aí, vem o consórcio de imprensa e seus e suas defensores do vitimismo, e carregam nas mesmas e cansativas narrativas de misoginia, sexismo e agressão de gênero. Entretanto, o histerismo da Marina, esse dado passa incólume. Credo!

Marina sabe disso, Marina gosta disso e Marina necessita dessa defesa porquanto, Marina não tem argumentos, Marina é tatibitate quando do confronto direto com suas idiossincrasias ambientais.

Marina é uma ecochata, é uma ecofundamentalista e uma xiita ambiental e climática. Seu palavreado recheado de tecnicalidades confusas já não convence.

Marina está no tempo do ronca quando o assunto é desenvolvimentismo, produção, riqueza, industrialização e independência econômica. Misericórdia!

Marina fala para fora do país e Marina ecoa a voz dos países, das instituições e das pessoas que querem frear nosso crescimento e atravancar o progresso do Brasil.

São os mesmos países que destruíam suas matas, caçaram seus povos indígenas, dizimaram animais e riquezas e despejam bilhões de toneladas de resíduos tóxicos no ar e nos oceanos. Oremos!

Marina não seria o que é se não existissem um Di Caprio, uma Greta, um Mácron ou uma ONG alemã ou dinamarquesa a promover suas diatribes anti desenvolvimentistas que depõem contra seu próprio país e sua gente.

Marina e seu marido têm ligações nada republicanas com ONGs que atuam há décadas na Amazônia e atrapalham o crescimento da região que todos sabemos, possui riquesas no seu subsolo que são a nossa redenção econômica e social.

Mas Marina está apenas preocupada em reverberar as queixas e ataques do estrangeiro simplesmente porque Marina sabe que sem isso ela retornaria ao nada na sua Xapuri no Acre.

Desta vez Marina enfrentou uma pedreira na pessoa do Senador Plinio Valério usando da velha e carcomida tática do coitadismo, da mulher frágil e desamparada. Mais uma vez não deu certo!

Marina apenas grasnou e derramou lágrimas de crocodilo e, ante a velha retórica do grito rouco, achou melhor fugir do debate. Já foi tarde!

Marina é um peso para um governo que precisa dela para a obtenção de favores e apoios internacionais. Marina é um fardo pesado para nossa sociedade e Marina é uma cruz que o povo brasileiro não precisa carregar.

Esse peso, esse fardo e essa cruz têm data, hora e momento para serem descarregados. Será ano que vem.

Té logo!

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