De acordo com o Núcleo de Estatística do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), os processos judiciais contra o banco Bradesco aumentaram 47% em 2022, se comparado ao ano de 2021. No período de janeiro a dezembro de 2022 foram registrados 55,8 mil processos, já no ano de 2021, foram 37,8 mil. Entre as denúncias estão empréstimos não solicitados e cobranças indevidas de tarifas, as famosas ‘cestas’.
O advogado Lucas Luiz, membro da Associação Brasileira dos Advogados Criminalistas – ABRACRIM/AM destaca as principais medidas a serem tomadas para não cair em golpes de instituições bancárias. Para identificar as chamadas ‘cestas’ bancárias o cliente deve verificar seu extrato bancário e identificar os descontos indevidos de taxas que não foram contratadas. Logo após deve-se fazer denúncia nos órgãos de proteção ao consumidor: Reclame Aqui ou PROCON.
“Elas têm que procurar uma assistência jurídica um advogado ou defensoria pública para entrar com uma ação para o banco parar de descontar as tarifas e para recuperar as tarifas descontadas em dobro, que no caso é o dano material, e com esse abuso de descontos, gera outro dano que é o moral”, explica Lucas Luiz.
Lucas destaca a importância do auxílio de um advogado especialista nesses casos. “Para que o cliente seja ressarcido dos danos materiais relativos aos descontos, dano moral pelo fato da pessoa ter sido lesionada e prejudicada financeiramente sem o seu consentimento, e para que a instituição financeira cesse os descontos indevidos da conta bancária do cliente”, pondera.
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