Ainda que lula et caterva tivessem ganho a eleição por ampla maioria de votos, nada justificaria que a república brasileira estivesse hoje, como predito, nas mãos e sob o domínio das minorias.
São por demais notórios os exemplos recentes que a nação brasileira vive sob esse domínio com as repetidas decisões do governo federal, da justiça e dos organismos de controle ao cederem às pressões de grupos e de movimentos ideológicos minoritários de esquerda.
A começar pela montagem de um ministério com a criação de pastas para atender o eterno mimimi das minorias raciais, étnicas, sindicais, de sexualidade, de gênero, do campo e culturais.
Um governo pantagruélico, gastador e paralítico para atender aquilo que simples secretarias de governo poderiam fazer.
Aí veio aquela tremenda farsa criada e amplificada pela mídia nacional e internacional sobre a situação de populações indígenas no norte do Brasil.
Lula inteligentemente, teve como primeira ação de governo, buscar os holofotes internacionais incursionando por uma área notoriamente problemática que é a situação de penúria de algumas populações indígenas naquilo que causa falsos arrepios em artistas e movimentos estrangeiros os que potencializam causas e danos.
Quem comandou essa pressão foram as tais ONG de apoio às causas indígenas as quais viveram anos sem as mamatas das transferências de recursos que enriqueciam poucos e financiavam ações políticas anti governo.
Indígenas brasileiros pobres e famintos existem desde priscas eras.
Perguntem aos índios yanomamis se eles apoiam ou não os garimpeiros, pecuaristas e fazendeiros como parceiros?
Outra ação deletéria das minorias está sendo a invasão de propriedades privadas produtivas por parte de um bando de baderneiros e destruidores de patrimônio alheio sob nome de MST.
Invadem, depredam, destroem e acampam em terras particulares sob o olhar contemplativo e inerte do governo federal e suas polícias e dos organismos de controle das leis, ante essa escalada de violência contra o agro negócio.
Cedendo ao choramingo das minorias sindicais e associativas da educação, o governo de lula paralisou o calendário de implementação do novo ensino médio no país.
Uma lei de amplo alcance educacional que traria avanços e melhorias para a educação de jovens no Brasil, foi solenemente ignorada e teve sua aplicação obstaculizada.
Mais uma vez, minorias sob comando de sindicatos de professores e “pensadores” da área acharam por bem questionar alguns aspectos da lei do novo ensino médio, ignorando por completo as profundas análises e estudos que foram produzidos por anos a fio até chegarem à atual proposta.
Essa paralisação vai trazer tremendos impactos negativos principalmente sobre o ensino tecnológico, sobre a grade curricular mais moderna e sobre o ENEM.
A flexibilização da lei que impedia a que políticos assumissem o comando das estatais a não ser que enfrentassem uma quarentena, foi um grande golpe na moralização dessas entidades, muitas das quais possuem um orçamento invejável e, no passado, foram fontes de desvios e grossa corrupção para financiar eleições de aliados e enriquecimento de diretores e políticos.
Lula se deixou pressionar por uma minoria de partidos de extrema esquerda ávidos por dominar vultuosos orçamentos e abocanhar cargos e altos salários nos conselhos de administração dessas empresas.
A suspensão do programa de privatizações iniciada no governo Bolsonaro é outra ação equivocada que atende apenas aos interesses de partidos nanicos de extrema esquerda, alimenta a sanha de minorias por sinecura nos ministérios e provoca enormes gastos públicos e atrasos no desenvolvimento do país.
Tudo isso o eleitor brasileiro sabia pois foi avisado à exaustão ora pela mídia mais independente ora nas discussões políticas e nos debates televisivos.
Guerras entre o mais forte e o fraco sempre existirão. Pobres sempre os teremos no mundo todo. Fome e miséria nunca acabarão então, para quê tanto escândalo e tanto bater de pé no chão se, quando a esquerda ocupou o poder no Brasil durante mais de quinze anos seguidos, não acabou com tudo isso?
Se fosse fácil já teriam resolvido esses eternos conflitos entre maioria e minorias.
No planeta todo é assim e vai continuar assim indefinidamente.
Mas, bom mesmo, é assistir de camarote um Paulo Coelho, ex governadores Roberto Requião, Tasso Jereissati e Cid Gomes, o ex presidenciável João Amoêdo, um Arminio Fraga da vida e mais uma penca de gente notória e até eleitores simples porém, inteligentes, se arrependendo, porque vêem o completo naufrágio de um país que estava rumando para o desenvolvimento e o protagonismo econômico, político e social mundial e agora agoniza ante um governo perdido e paquidérmico.
Como arrependimento não mata, fazuele que passa.
Té logo!
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