Vereadora Thaysa Lippy pede a Conselho de Fisioterapia esclarecimentos e providências contra terapeuta denunciada por maus-tratos a autistas

Nesta segunda-feira, dia 26, a vereadora Thaysa Lippy (PP) cobrou providências e esclarecimentos do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da 12º Região (Crefito-12) do Amazonas, que, há mais de dois anos, apura denúncias contra a terapeuta ocupacional, Samia Patricia Riatto Watanabe, pelo crime de maus-tratos contra crianças autistas, em Manaus.

“Denunciei e pedi informações do Crefito há quase três anos e não obtive retorno do processo disciplinar pertinente. Vou pedir novos esclarecimentos, porque essa profissional não pode ficar impune”, criticou Thaysa Lippy.

A terapeuta Samia Patrícia foi indiciada por maus-tratos pela Polícia Civil após agredir uma criança autista, de 8 anos, dentro de uma clínica particular em Manaus. O caso foi repercutido pela vereadora na Câmara Municipal de Manaus (CMM) após receber os pais das crianças em seu gabinete.

Na época, Thaysa pediu ao Crefito por meio do ofício 240/2021 assinado também por vários vereadores, informações sobre a atuação da terapeuta. “Até hoje não sabemos o que aconteceu. O que eu sei é que a terapeuta está atuando em uma clínica no centro da cidade”, afirmou durante sessão desta segunda-feira.

O Crefito é o conselho responsável por zelar pelo exercício profissional executado por Fisioterapeutas e Terapeutas Ocupacionais. Cabe ao Crefito expedir registros profissionais; arrecadar anuidades, multas e emolumentos; além de julgar infrações e aplicar penalidades previstas pela legislação brasileira.

A primeira denúncia foi encaminhada à Justiça do Amazonas, assim como outras foram feitas por pais de crianças autistas também vítimas da terapeuta.

Em junho de 2023, o primeiro processo foi suspenso pela juíza da 6ª Vara Criminal, após audiência condicional. Nesse processo, ocorreu um acordo entre ambas as partes. Com essa decisão, Samia voltou a exercer suas atividades como terapeuta, porém, por dois anos, seu comportamento será “monitorado” pela Justiça.

Após essa decisão, vários pais e responsáveis por crianças autistas em Manaus que

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