Governo disse aos empresários que avalia até retomar Hospital de Campanha. Veja argumentos

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Hospitais públicos e privados lotados, infecção dos mais idosos pelos mais jovens, morte de metade das pessoas que vão para as Unidades de Terapia Intensiva e números muito semelhantes aos registrados no final de julho foram os principais argumentos apresentados pela Fundação de Vigilância em Saúde (FVS-AM) ao comitê formado por Governo, empresários e representantes da sociedade civil, que levaram ao retorno de medidas de restrição que já tinham sido superadas no Estado.

O Hospital Delphina Aziz, referência estadual para COVID-19, tem 400 leitos. Os clínicos têm ocupação de 94% e os de Unidade de Terapia Intensiva de 99%, ou seja, a unidade está absolutamente lotada. Hoje, por exemplo, apenas um leito de UTI estava disponível. Detalhe: hoube incremento de 50 novos leitos, que foram rapidamente ocupados.

O hospital oão Lúcio está com 122% de ocupação por diversos casos, não apenas Covid-19. Ou seja, há pacientes no corredor.

Já os hospitais privados têm ocupação de 85% a 100% dos leitos de UTI. O Adventista e a Samel, por exemplo, estão lotados.

Não houve mudança no perfil etário dos infectados. Maior índice de infecção está entre 20 a 49 anos de idade, mas 73% dos óbitos são de pessoas acima de 65 anos de idade. Ou seja, os mais jovens estão infectando os grupos de risco.

Em média, 50% dos q vão para UTI acabam morrendo. Por isso, o Estado já vislumbra a possibilidade de instalar novamente o hospital e campanha.

O número de óbitos mantém uma relativa estabilidade. Porém, a análise dos últimos 14 dias demonstra um crescimento de 82% no Estado do Amazonas, na comparação com a semana anterior.

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