Termina em barraco “coletiva” do vice-governador, que não quis responder perguntas

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O que se anunciava como um grande pronunciamento revelou-se uma enorme frustração. Os jornalistas que foram a um condomínio de Manaus ouvir o vice-governador Carlos Almeida (sem partido), que prometia trazer novos fatos sobre as recentes operações dos órgãos de fiscalização federal, não ouviram nada de novo e alguns ainda foram constrangidos e empurrados por seguranças da autoridade, que limitou-se a ler um pronunciamento por escrito, levantou-se e foi embora, mantendo os profissionais de comunicação “enjaulados” no 18º andar até que ele saísse do prédio.

Na verdade Carlos Almeida não queria conceder uma entrevista. O objetivo dele foi tão somente defender-se das acusações de envolvimento com a malversação de recursos públicos e repetir argumentos que já tinha utilizado em pronunciamentos anteriores nas redes sociais.

Quando terminou de ler o documento que trouxe em mãos, a jornalista Rosiene Carvalho perguntou se ele não percebeu o desvio de recursos. O vice-governador ignorou a profissional, levantou-se e dirigiu-se à saída da sala. Ela então tentou uma aproximação para ouvi-lo, mas sou empurrada por uma assessora de Almeida. Outros seguranças o escoltaram até o elevador, evitando que a imprensa se aproximasse.

O empurra-empurra envolveu ainda outros repórteres e cinegrafistas. Para piorar, os elevadores só foram liberados para o 18º andar, onde estavam todos, depois que o vice-governador deixou o prédio.

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