Tenente PM protesta contra forma como lhe entregaram corpo da mãe e Prefeitura explica

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A tenente PM Do Carmo gravou um vídeo ontem protestando contra a forma como recebeu o corpo da mãe, que segundo ela morreu de câncer. Segundo a oficial, foi usado um caixão maior do que o necessário e a mesma embalagem usada para casos de Covid-19 – um saco plástico. Ela suspeita que a genitora foi arrolada entre as pessoas mortas em função da pandemia. A Prefeitura de Manaus explicou que seguiu as orientações das autoridades de Saúde, uma vez que o atestado de óbito indicava causa desconhecida.

Do Carmo revoltou-se principalmente porque a mãe não teve o direito de usar a roupa escolhida para o sepultamento, uma vez que o corpo foi envolto no saco plástico e o caixão envolto em outra embalagem. Ela também levantou suspeitas sobre o fornecimento da urna, afirmando que a mãe media 1,43m e foi acondicionada em um volume maior, para pessoas com 1,70m.

A oficial exibiu uma imagem da urna lacrada enquanto filmava e depois abriu o caixão para mostras as condições em que o corpo foi acondicionado. Ela estava revoltada com a situação.

A Prefeitura disse em nota que o atestado de óbito é emitido pela unidade hospitalar e não cabe ao serviço funerário qualquer registro ou mudança no documento. O município informa ainda que, conforme protocolo dos órgãos sanitários, mortes por síndromes respiratórias e causas desconhecidas ou indeterminadas seguem o mesmo procedimento para casos suspeitos de Covid-19, a fim de evitar o risco de contaminação, uma vez que já houve situação em que a confirmação da doença só veio após o sepultamento.

“Vale destacar que o atendimento nos cemitérios públicos da capital se baseia na causa mortis registrada no atestado de óbito”, enfatizou a nota.

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