TCE tem obrigação de explicar a estranha atuação do servidor Marco Antonio Favoretti

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Marco Antonio Favoretti é servidor concursado do Tribunal de Contas do Estado, constantemente escalado em equipes que fazem auditorias em órgãos públicos e prefeituras do interior. Curiosamente, entretanto, ele já foi nomeado representante de municípios, oficialmente, sem se afastar do TCE. Um caso típico de acúmulo irregular de funções. E tudo sem sequer ter sido alvo de sindicância.

No dia 18 de fevereiro de 2013 ele foi escalado para participar de uma auditoria no município de Lábrea. Dois dias depois foi nomeado representante do município de Rio Preto da Eva, nomeado pelo recém-empossado prefeito Luiz Ricardo Chaves – o mesmo que está afastado por 180 dias por suspeita de corrupção.

Mais recentemente, no dia 4 de dezembro do ano passado, o prefeito de Manacapuru, Jeziel Nunes, o “Tororó”, cedeu um bem imóvel do município, onde funcionava a feira do bairro Correnteza, à Associação Fábio Cunha de Jiu-Jitsu, sediada no bairro Cidade Nova, em Manaus. No decreto publicado no Diário Oficial consta como representante da beneficiária ninguém menos que Marco Antonio Favorreti.

Hoje Favoretti atua como representante da prefeitura de Manacapuru e tem tanta força na cidade que convoca até mesmo reunião com secretários para definir metas. Novamente sem se afastar do Tribunal de Contas, onde continua sendo escalado para audotorias em municípios do interior. No ano passado ele estava nas equipes que fiscalizaram Canutama e Lábrea.

O TCE tem a obrigação legal e moral de esclarecer a atuação deste servidor, antes que o Ministério Público se encarregue de investigá-lo, como seria também obrigação do órgão ministerial.

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