Sinteam diz que 60 profissionais de educação morreram de Covid-19 em janeiro

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Mais de 60 trabalhadores da educação do Amazonas morreram em decorrência da Covid-19 no mês de janeiro. O levantamento foi feito pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Amazonas (SINTEAM), que encaminhou hoje, 5, ofício ao Governo do Estado, Prefeitura de Manaus, Secretarias Estadual e Municipal de Educação (SEDUC) e Conselho Estadual de Educação (CEE) pedindo reunião para tratar sobre a volta às aulas remotas, diante do abalo psicológico dos trabalhadores e do cenário vivido nas aulas do ano passado.

“Houve muitas perdas não só de profissionais mas também de nossos familiares. Soubemos pela imprensa sobre a provável data das aulas remotas. Mas precisamos ver o que podemos melhorar para amenizar o prejuízo pedagógico. Por isso, fizemos as sugestões. Enviamos pedido de reunião no início do ano e até hoje não tivemos resposta”, disse a presidente do SINTEAM, Ana Cristina Rodrigues.

O sindicato lista uma série de sugestões a serem levados em consideração, entre elas: apoio financeiro para aquisição de recursos tecnológicos (como telefones, chips de celular ou plano de internet) aos professores, pedagogos e a todos que estiverem diretamente envolvidos nas aulas em casa, a fim de otimizar as aulas à distância.

Também solicita cumprimento do horário de trabalho, pois ano passado professores trabalhavam no atendimento de alunos, pais de alunos e até em reuniões da escola foram do horário de expediente normal, inclusive aos finais de semana e envio prévio pelos Correios das apostilas do Guia de Estudo para estudantes, mais um planejamento de estudo individual a ser elaborado para amenizar as dificuldades dos profissionais e estudantes, especialmente dos municípios do interior do estado, cuja dificuldade de acesso ao canal de TV do projeto Aula em Casa, bem como internet, é uma realidade.

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