Mais um órgão do Estado enfrenta problemas com a atuação de funcionários de seu segundo escalão. Desta vez os problemas são detectados na Secretaria de Estado da Educação, onde um assessor responsável pelos contratos de reforma e manutenção das escolas estaria cobrando propina para fazer andar os processos.
O esquema teria a participação de parentes de um deputado federal, este responsável pela indicação do servidor para o cargo.
O gerente foi orientado a abordar os empresários para impor que eles pagassem o “pedágio”, como uma colaboração para a campanha do deputado federal, que estuda candidatar-se a senador.
Nem o governador Amazonino Mendes nem o secretário de Educação, José Augusto de Melo, teriam conhecimento do esquema.
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