Rescaldo da eleição na ALEAM: Governistas tentam reverter na Justiça e vitoriosos ameaçam cassar Joana Darc

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Depois de uma quinta-feira agitada, em que um grupo de 16 deputados aprovou uma emenda constitucional que possibilitou a antecipação da eleição para a Mesa Diretora e elegeu Roberto Cidade (PV) como novo presidente Assembleia Legislativa, o dia seguinte promete novas emoções. Como anunciou a deputada Alessandra Campelo (MDB), os governistas que não participaram da articulação estão na Justiça tentando anular a eleição e os vencedores do processo agora querem punir exemplarmente a deputada Joana Darc (PL), que denunciou, sem provas, o pagamento de R$ 200 mil por voto aos parlamentares que consagraram o novo dirigente.

O Governo age em duas frentes: incentiva os deputados que permaneceram fieis a buscar reverter a eleição na Justiça e em outra frente busca uma reaproximação com Roberto Cidade e os deputados que votam com o governador, mas acompanharam o “rebelado” na votação de ontem.

Em outra frente, bombeiros tentam apagar o incêndio causado por Joana Darc, que fez uma acusação grave, porém sem provas. Ela mesma admitiu que tinha “ouvido falar” na compra de votos e que Cidade não tinha lhe feito nenhuma proposta. Revoltados, os 15 eleitores do novo presidente querem apresentar denúncia contra ela na Comissão de Ética e abrir processo de cassação por quebra de decoro parlamentar.

“A Joana e a Alessandra perderam as estribeiras e foram longe demais nas acusações e ofensas. E ainda usam a condição feminina para se vitimizar e proferir impropérios. Isso tem que acabar na Assembleia. É preciso ir às instâncias corretas para puni-las e faze-las respeitar os colegas”, disse um dos parlamentares, que pediu anonimato.

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