Quinze partidos planejam lançar candidato a prefeito de Manaus. MDB não está entre eles

Share on whatsapp
Share on facebook
Share on twitter
Share on email
Share on print

Nada menos que quinze partidos – por enquanto – trabalham com a possibilidade de lançar candidato a prefeito de Manaus este ano. Todos eles têm nomes definidos e a maioria descarta composições com outras legendas. Entre as grandes siglas, o MDB, do senador Eduardo Braga, é uma das únicas que não cogita disputar o cargo majoritário. A tendência é que apoie o ex-governador e ex-prefeito Amazonino Mendes (Podemos).

Apesar dos boatos recentes e da inclusão de seu nome nas últimas pesquisas, Eduardo descarta a disputa. “Estou focado no mandato de senador, com muito a fazer pelo Estado”, disse ele ao blog. O senador disputa eleições majoritárias no Amazonas desde 1992, quando se elegeu vice-prefeito de Manaus, e desde então esteve evolvido em todas as disputas estaduais e municipais, direta ou indiretamente. Desta vez deve se limitar ao papel de apoiador na capital e investir nas candidaturas do partido no interior.

No aguardo apenas das Convenções estão as pré-candidaturas do próprio Amazonino; dos deputados federais José Ricardo (PT) e Capitão Alberto Neto (Republicanos); dos deputados estaduais Josué Neto (PRTB) e Ricardo Nicolau (PSD); do vereador Chico Preto (DC); do ex-prefeito Alfredo Nascimento (PL); do atual vice-prefeito, Marcos Rotta (DEM); do ex-superintendente da Suframa, Alfredo Menezes (Patriota); do empresário Romero Reis (Novo); do ex-deputado Hissa Abrahão (PDT) e do ex-deputado David Almeida (Avante).

O grupo liderado pelo governador Wilson Lima (PSC) trabalha com o nome da ex-secretária de Justiça e Cidadania, Caroline Braz, para concorrer como cabeça de chapa ou para uma composição. Já o time do prefeito Arthur Neto (PSDB) escalou a ex-deputada Conceição Sampaio com o mesmo objetivo.

O PC do B trabalha o nome do advogado Francisco Balieiro, mas pode compor com outras legendas de esquerda ou até mesmo mudar de candidato.

Todos aguardam a decisão do Congresso Nacional sobre um possível adiamento das eleições, com novos prazos para realização das Convenções, a fim de concluir as negociações. Neste momento todos conversam freneticamente.

Qual Sua Opinião? Comente:

Deixe uma resposta