Projeto de vereador permite que frota de ônibus seja ainda mais velha

O Projeto de Lei nº 070/2017, de autoria do vereador Elissandro Bessa (PHS), alonga a vida útil do veículo com mais de 10 anos de fabricação e acima de 16 assentos, para 15 anos.

O projeto, já foi aprovado pela 2ª Comissão de Constituição, Justiça e Redação, pela 3ª Comissão de Economia, Finanças e Orçamento e pela Comissão de Transporte da Câmara Municipal de Manaus, voltou à discussão em atendimento a uma solicitação do vereador Chico Preto (PMN), justificando a ampliação do debate com o segmento do transporte de fretamento, conforme explicou o presidente da Comissão, Rosivaldo Cordovil (PODE).

Em reunião que contou com a presença do autor do projeto e membro da comissão, além dos vereadores Glória Carrate (PRP), vice-presidente da Comissão e Joel Silva (PSC), Bessa explicoui que com o PL estava apenas readequando a Lei 1.958 de 2014 a realidade atual. “Observando a realidade do Distrito Industrial, que passa por dificuldades e vem gerando desemprego, o horário esporádico de operação desses ônibus (fretamento), cujo desgaste é menor do que os ônibus do transporte coletivo”, disse.

Segundo o vereador, a adequação do transporte de fretamento já ocorreu em alguns municípios, a exemplo de Caxias do Sul (RS) e em Campinas (SP). Em Caxias do Sul, como enfatizou, a vida útil desses veículos é de 20 anos, e micro-ônibus de 15 anos. “Não estamos agraciando os empresários, mas fazendo uma adequação do que já existe por aí. Temos parâmetros de outras cidades”, assegurou.

Greve dos rodoviários

Outro assunto que os vereadores da Comissão deliberaram foi uma reunião com o prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto (PSDB) para tratar sobre a ameaça de uma greve dos rodoviários no sistema de transporte coletivo por causa do suposto não pagamento do 13º dos trabalhadores por parte dos empresários. “Vamos tentar buscar um caminho para que os usuários do sistema do transporte coletivo e os trabalhadores não fiquem prejudicados. Fazer com que o prefeito possa intervir nessa questão e encontrar uma solução para o problema”, assegurou Rosivaldo Cordovil.

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