O SONHO DE CONSUMO DE TODA MULHER

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Por causa de compromissos com uma atividade com a qual cada vez mais me identifico – a produção rural – deixei de escrever neste espaço no sábado passado e desde já peço mil desculpa.

Estou de volta hoje para falar de bolsas. Que mulher não é tarada por elas? Eu me incluo. Vou falar um pouquinho sobre o ícone deste produto: a Louis Vuitton.

Trata-se de uma empresa especializada na produção de bolsas e malas de viagens, feitas em couro e lona, bem como na sua comercialização. Produz e vende também vestuário, sapatos, relógios, joias, acessórios, óculos de sol e livros. Concorre com Versace, Gucci, Chanel, Prada, Armani, Dolce & Gabbana, Christian Dior, Calvin Klein, Yves Saint Laurent, Óscar de la Renta, Burberry e outras marcas de luxo.

É uma das principais empresas da holding LVMH sediada em Paris, França. A empresa tem como diretor criativo o estilista Nicolas Ghesquière. Louis Vuitton também utiliza figuras proeminentes em suas campanhas (mais notavelmente a supermodelo Gisele Bündchen, a cantora Madonna a atriz Uma Thurman e o ex-atleta Pelé).

O fundador da marca, Louis Vuitton (Anchay, 4 de agosto de 1821Paris, 27 de fevereiro de 1892) foi um fabricante de malas e bolsas na segunda metade do século XIX, em Paris. Criou sua oficina em 1854 em Paris, onde produzia artesanalmente malas e bolsas. Seu trabalho foi reconhecido na Europa quando reinventou o formato das malas de viagem e criou um padrão de desenho diferente comparado ao que havia na época

Por conta das novidades introduzidas por Louis Vuitton, os seus produtos começaram a ser imitados na Europa. Para impedir as falsificações, Vuitton tentou diferentes desenhos nos produtos para que pudessem identificar a sua autoria. Finalmente em 1896, criou o monograma das letras “L” e “V”, juntamente com símbolos que reproduziam flores – os desenhos recobriam a lona que servia de insumo para os produtos. O monograma criado perdura até hoje como marca da empresa, e o conjunto dos símbolos que faz parte da identidade visual da marca[1] . Em 1987, a empresa Louis Vuitton juntou-se com a fabricante de champanhes Moët et Chandon e a fabricante de conhaques Hennessy para criar uma empresa de bens de luxo: o grupo LVMH (Louis Vuitton – Moët Hennessy). O grupo se especializou em incorporar marcas de luxo, o empreendimento foi bem sucedido e atualmente o grupo é dono de 60 marcas, sendo uma delas a própria Louis Vuitton. Outras marcas que compõe o grupo são Christian Lacroix, Donna Karan, Fendi, Givenchy e Veuve Clicquot. A política da LVMH é de manter a gestão destas marcas de forma autônoma. Em 2009, o grupo obteve uma receita bruta de 17 mil milhões de dólares [2] .

No Brasil, existem sete lojas da marca: Três em São Paulo – nos shoppings Shopping Cidade Jardim e Iguatemi, e outra loja na Rua Haddock Lobo nos Jardins; duas lojas no Rio de Janeiro – uma no shopping Village Mall e outra na Rua Garcia D’avila no Bairro Ipanema, outra em Brasília, no Shopping Iguatemi [4] e em Curitiba, no Shopping Pátio Batel. A Louis Vuitton já chegou a ter mais uma loja no Brasil, em São Paulo na Villa Daslu, mas com o fim da shop-in-shop na Daslu em 2010, esta loja foi fechada. A loja no shopping Cidade Jardim é a única “loja âncora” da Louis Vuitton na América do Sul, o que significa que todos os artigos produzidos pela marca para público masculino e feminino, assim como a joalheria, relojoaria e a parte de viagens da marca, estão presentes na loja do Cidade Jardim.

Seus produtos são vendidos exclusivamente nestes locais, com exceção de lojas especializadas em vender bens de luxo, como é o caso da Harrods em Londres. A política de distribuição da marca pode ser definida como “cativa”, pois alia uma procura grande a uma rede de distribuição bastante seletiva[1] . A característica dessa política contribui tanto para o produto quanto para o preço, pois com uma distribuição mais seletiva possibilita um melhor controle e qualidade. Também contribui para que o produto seja visto como algo mais raro, o que influi na precificação. Portanto, as duas dimensões da distribuição acabam reforçando aspectos de qualidade, raridade e preço elevado.

A marca também investe no desenvolvimento da sua matéria-prima e fabricação. Busca couros e lonas mais macias e mais leves. Cada tipo de produto utiliza diferentes tipos de couros, como por exemplo, o couro taiga, mais discreto, e por isso utilizado na linha de produtos masculinos. Outro fator importante em relação ao produto é o uso freqüente da padronagem do monograma da empresa e os símbolos de flores em produtos. Além da preocupação com o material, a marca também dá importância ao processo de fabricação do produto: desde os primórdios da empresa até hoje, esse processo é feito artesanalmente.

Semana que vem falo de bolsas e sapatos nacionais. Até lá e uma ótima semana para todos.

Elizabeth de Souza Levy Vasconcelos é amazonense de Manaus, empresária, casada, mãe de quatro filhos “lindos e maravilhosos”, como faz questão de enfatizar. Formou-se em Serviço Social e pós-graduou-se em Ciências Políticas. Mas foi no Facebook, com um perfil ousado e criativo, que a Beth Docinho, como ficou conhecida, fez fama. A alcunha que ela mesma criou traduz muito de sua personalidade: sincera, crítica, irônica e de vez em quando bem brava. “Docinho de pimenta”, como costuma brincar. Foras das redes sociais, é batalhadora e guerreira. Fundou em dezembro de 2013 o Beth Beleza Pura, que funciona na avenida Pedro Teixeira, 339, no Dom Pedro II. Oferece ali serviços de beleza e estética, com alguns dos mais modernos equipamentos do mercado. É o bendito fruto entre os colunistas do blog.

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