O QUE PENSO SOBRE…(Parte III)

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 11949569_907269616028114_1511912519_nTenho recebido inúmeras sugestões de amigos os quais gostariam de ver estampados aqui artigos tratando dos mais variados temas. É como se quisessem falar por meu intermédio dada a vontade que têm de desabafar ou expor seus pensamentos e ideias sobretudo a respeito da atual situação que nosso país atravessa do ponto de vista econômico, político, moral e social.

Daí porque entendo o quanto é importante uma imprensa livre e quanto de importância as redes sociais capitalizaram ao ocupar um espaço vital na comunicação de massa em tempo real.

Prossigo hoje, emitindo minha opinião sobre variados temas, suscitando sobretudo no leitor que ele, ou se veja representado nas mal escritas letras que escrevo ou sinta-se à vontade para sentar o sarrafo sobre O que penso.

1. Política/Casas legislativas-De há muito, o exercício da política na sua expressão parlamentar nas casas legislativas municipais, estaduais e federal, vem sofrendo de um esvaziamento de pessoas, ideias e proposituras que alcancem verdadeiramente o cerne das necessidades da nação brasileira.

O que assistimos, tristemente, são parlamentos cada vez mais comprometidos com governos e governantes; são partidos, na acepção mais pura da palavra, rachados, divididos, sem alma, posto que sem programas ou estatutos voltados para as necessidades do eleitor e sim para os seus próprios interesses.

O que percebemos,  são parlamentares despreparados, viciados, ávidos pela prática do patrimonialismo que corrói os interesses coletivos.

Nossas casas legislativas carecem da  independência necessária para analisar e, rejeitar ou aprovar projetos ou leis que melhorem a vida do país e da nação e não se colocarem numa posição de subserviência ao poder executivo.

O que temos observado ao longo do tempo é um eterno andar para trás nas reformas política, tributária, previdenciária, administrativa e nas normas judiciais pois impera o interesse paroquial em detrimento do interesse nacional e do povo como um todo.

Tá na hora dos nossos parlamentares enxergarem além dos seus umbigos e tá mais que na hora do eleitor criar vergonha e escolher parlamentares éticos, probos e comprometidos com a coletividade.

2. Impostos – Como a própria palavra traduz não é algo que se pague ou contribua de forma expontânea. É algo imposto mesmo.

É de uma prática risível e a política tributária brasileira a martelar a cabeça do contribuinte e das empresas encarecendo custos sem a devida contrapartida em forma de benefícios.

O Brasil é um país excessivamente cobrador e de pouquíssimo retorno quando se trata de bem aplicar em favor do contribuinte as políticas públicas adequadas e necessárias com os recursos que arrecada.

A carga tributária brasileira, ainda que não seja a mais severa no ranking mundial, é possivelmente a mais injusta tendo em vista que o que se arranca do bolso do trabalhador é muito mal aplicado em seu benefício.

Vamos e convenhamos senhores políticos, o povo se encontra no limite da sua capacidade de entender e de aceitar essa cobrança escorchante de impostos e parem com a infeliz ideia do retorno da CPMF pois não é imposto novo ou cobrança nova que vai resolver os graves problemas econômicos onde estamos mergulhados. Tratem de estabelecer limites de gastos, reduzam o tamanho do estado, cortem cargos de confiança, reduzam viagens pra nada, fortaleçam a indústria nacional, invistam em educação pública de qualidade e os senhores assistirão o país crescer e o povo satisfeito em pagar seus tributos.

Sds Ronaldo Derzy Amazonas

Ronaldo Amazonas, ex-diretor da Fundação Alfredo da Matta, um dos mais polêmicos ativistas da internet. Escreve sobre o que lhe vier à cabeça, sempre com uma pegada forte e opiniões muito próprias.

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