O primeiro “imbróglio” do segundo turno: Wilson contesta pagamento de abono a professores

A coligação “Transformação por um Novo Amazonas” anunciou na tarde de ontem que seu corpo jurídico, que representa a candidatura de Wilson Lima (PSC) ao Governo do Estado, entraria com ação contestando o uso político do abono aos professores e pedagogos da rede estadual de ensino por parte do governador e candidato à reeleição Amazonino Mendes (PDT). O comunicado frisa, entretanto, que “não há, em nenhum momento, o pedido de suspensão do pagamento do benefício”.

“Não sou contra um direito duramente conquistado pelo trabalhador. Os profissionais da educação merecem o abono. Mas o que questionamos, além do uso político, é o fato de que o governo já tinha recursos em caixa e poderia ter creditado na conta dos servidores antes do período eleitoral”, criticou Wilson Lima.

Em 2018, de janeiro até o dia de hoje, o Amazonas recebeu do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) mais de R$ 1,3 bilhão.

“O que é injusto e desigual, num momento crucial da eleição, é o uso desta ação como marketing político. Mais uma vez, a máquina pública está sendo usada em favor da velha política”, acrescentou o candidato do PSC.

A coligação adversária rapidamente espalhou informação dizendo que Lima tentava obstruir na Justiça o pagamento do abono aos professores.

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