MPF quer saber se há leitos não ocupados nos hospitais militares do Amazonas

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O Ministério Público Federal (MPF) enviou aos hospitais militares localizados em Manaus e aos órgãos do Executivo federal e estadual ofícios solicitando informações sobre a existência de leitos não ocupados nas unidades hospitalares, durante a pandemia de Covid-19. A iniciativa nasceu da notícia divulgada ontem pelo site UOL, divulgando que 72% dos leitos destinados ao tratamento de covid-19 estão vagos em hospitais das Forças Armadas no Amazonas, enquanto a rede de saúde do estado está saturada, com mais de 300 pacientes à espera de leitos.

Os hospitais militares deverão detalhar o número de leitos clínicos e de UTI, ocupados e vagos, esclarecendo se são resultado de ampliação recente da oferta ou se há providências nesse sentido; se há tratativas com o governo do Amazonas ou Ministério da Saúde para utilização dos leitos das referidas unidades; os atendimentos que digam respeito aos casos de covid-19, além de outras informações que julgarem relevantes.

O MPF argumentou que hospitais militares também fazem parte do Sistema Único de Saúde (SUS), tendo em vista que são financiados, em seu maior montante, com recursos públicos e, além disso, não há justificativas para que unidades hospitalares tenham leitos vagos enquanto a fila de espera por internações só aumenta.

Os ofícios foram enviados à Secretaria de Estado de Saúde (SES) do Amazonas, a Secretaria Executiva do Ministério da Saúde e as diretorias da Policlínica Naval de Manaus, do Hospital da Aeronáutica de Manaus e o do Hospital Militar de Área de Manaus.

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