Movimento pretende transformar “Patixa” no Macaco Tião da eleição de 2016

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Um movimento ainda incipiente, mas minimamente organizado, está ocupando as redes sociais e aplicativos com o lançamento da candidatura do folclórico “Patixa” a prefeito de Manaus em 2016. A brincadeira começa a ganhar corpo e já há quem defenda o registro do “candidato”, que só poderia constar da urna eletrônica se fosse referendado pelo Tribunal Regional Eleitoral.

Os “marqueteiros” de “Patixa” pretendem repetir o que já ocorreu em outras cidades brasileiras e aproveitar o clima de decepção com a política e os políticos para emplacar a ideia.

O caso mais famoso de anticandidato aconteceu em 1988 no Rio de Janeiro, quando um símio do zoológico carioca, muito querido pelos frequentadores, foi lançado candidato a prefeito pela revista Casseta Popular, em defesa do voto nulo. Seu nome era Macaco Tião, em homenagem ao padroeiro da cidade, Sâo Sebastião. Como na época o voto era em cédulas e não em urna eletrônica, os votantes podiam escrever o que desejassem na cédula. Estima-se que ele tenha “recebido” naquele pleito mais de 400 mil dos votos dos eleitores, alcançando o que seria equivalente ao terceiro lugar, de um total de doze candidatos.

Este fato o fez constar no Guinness World Records como o chimpanzé a receber mais votos no mundo.4 Como Tião não era um candidato reconhecido pelo Tribunal Regional Eleitoral, todos os votos dados para ele foram considerados nulos.

“Patixa” é uma figura folclórica, que em todo ano de eleição aparece na frente do Tribunal Regional Eleitoral, quando da apuração dos votos, para fazer discursos inflamados e ininteligíveis, atacando ou defendendo candidatos. E recebendo aplaudos entusiasmados da plateia.

Nos últimos meses um grupo de amigos o “adotou” e passou a montar esquetes bem humoradas com o personagem, que já apareceu no youtube discursando como candidato, em 2014, e recentemente foi “promovido” a comandante da Polícia Militar, em uma sátira bem humorada da situação de insegurança por que passa a cidade.

Se a moda colar…

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