Mãe de jovem morto por Givancir teme pelo pior, depois da soltura do homicida (veja vídeo)

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Adriana Freitas, mãe de Bruno Freitas Guimarães, o jovem morto em Iranduba pelo sindicalista Givancir de Oliveira, em março do ano passado, se disse desesperada com a soltura do homicida, determinada pelo juiz Carlos Jardim, da 1ª Vara daquele município. O magistrado argumentou que a prisão não pode significar uma antecipação de pena para justifica sua decisão, mas a família da vítima diz que está sendo ameaçada de morte.

“Homens armados e encapuzados vieram na porta da minha casa dizer que vão pegar um por um”, diz Adriana. “Eles são violentos, bandidos, e vão nos fazer mal. Por que a Justiça fez isso?”, questionou.

A família Oliveira é conhecida pela truculência e pelas greves, a maioria irregulares, que paralisaram o sistema de transporte em Manaus. Os irmãos, que comandam há mais de uma década o Sindicato dos Rodoviários, costumam andam com seguranças armados.

Uma busca na casa de Givancir em Iranduba localizou várias armas e policiais trabalhando no local.

O Tribunal de Justiça divulgou a seguinte nota:

“O juiz Carlos Henrique Jardim da Silva, respondendo pela 2ª Vara da Comarca de Iranduba (na Região Metropolitana de Manaus), revogou a prisão preventiva de Givancir de Oliveira Silva, considerando a alteração processual promovida pelo pacote anticrime, em revisão nonagesimal obrigatória.

A revogação da prisão preventiva, de oficio, se deu pela ausência de fatos concretos quanto à necessidade da prisão.

O réu foi preso em 2 de fevereiro de 2020, e, segundo o magistrado, já decorreu a noventena a que se refere § único, do art. 316, do Código de Processo Penal (CPP) ora impondo-se a revisão determinada por lei.

O magistrado revogou a prisão preventiva de Givancir de Oliveira Silva e aplicou medidas cautelares, entre elas o uso de tornozeleira eletrônica.

Givancir de Oliveira Silva é acusado do homicídio de Bruno de Freitas Guimarães e pela tentativa de homicídio de Dhelisson dos Santos Freitas, ambos os crimes duplamente qualificados, por motivo torpe e pela impossibilidade de defesa das vítimas. Os crimes ocorreram no dia 29 de fevereiro de 2020.”

Veja o vídeo gravado por Adriana:

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