Idade liga eleição de Joe Biden, de 78 anos, à candidatura de Amazonino, de 80

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Quatro anos depois de deixar a Casa Branca, Joe Biden voltará à sede do governo dos Estados Unidos. Mas, desta vez, será ele quem liderará o país. Biden será o 46º presidente da história dos Estados Unidos, o pais mais rico do mundo, e o mais idoso a assumir o cargo — terá 78 anos na data da posse. A idade vale a ele um dos mais extensos currículos políticos do país.

Devido à sua idade, questões em torno da longevidade e saúde de Joe Biden foram levantadas na campanha, sobretudo pela oposição republicana. Para contrariar estes ataques, o candidato democrata foi “totalmente transparente” quando à sua condição de saúde se for eleito.

Em Manaus, Amazonino Mendes foi atacado praticamente todos os dias pelos adversários por causa de sua idade. E também teve que ser “totalmente transparente” e comprovar várias vezes que estava vivo e bem de saúde. Alguns site chegaram a anunciar sua morte, na tentativa de que isso pudesse influenciar a eleição do candidato que continua em primeiro lugar em todas as pesquisas, que também dizem que ele vence qualquer um dos adversários no segundo turno.

No caso de Biden, a idade também foi apontada por seus eleitores como motivo de inquietacão. Biden terminará o primeiro mandato aos 82 anos de idade. A experiência foi um trunfo que ele usou na campanha eleitoral.

Biden venceu uma eleição acirrada e atípica, realizada em meio à pandemia do novo coronavírus. O mesmo ocorre em Manaus, com todos os candidatos. Mas só Amazonino tomou a decisão de não colaborar com o aumento dos casos. Decidiu não fazer comícios presenciais, nem aglomerações. Sofreu críticas por ter evitado a ir a debates presenciais, em estúdios fechados .

A vitória de Biden consagra uma trajetória política e pessoal marcada pela persistência diante da adversidade.

Se ganhar, Amazonino também poderá comemorar a escolha que fez na campanha, de apresentar sua experiência como garantia de que pode realizar.

O povo americano optou pela experiência para comandar a maior potência do mundo, confirmando a tendência mundial em não confiar em novas apostas, que, no Brasil fracassaram, como no caso do governador Amazonas, Wilson Lima, e do colega dele de partido, no Rio de Janeiro, Wilson Witzel.

Agora é esperar para saber o que o povo de Manaus vai decidir.

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